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As Olimpíadas acontecerão em Beijin = Pequim, na China, uma país tido como corrupto, preconceituoso, homofóbico ao extremo e que está descobrindo as maravilhas da vida capitalista, que aliena tanto quanto o seu tipo de política interna.

Por incrível que pareça, dizem que as olimpíadas nada tem a ver com aquele país, no que eu discordo pois, os esportes são atividades humanas onde mais homofobias, bullying, assédio moral e sexual existem.

Até aí China e Olimpiadas se merecem.

No que elas destoam é apenas no caráter democrático para Inglês ver. Pelo menos nos esportes podemos recorrer a Justiça e reclamar nossos direitos.

Publicado: 9 novembro, 2006 em gays, lésbicas, poder, Transexuais, visibilidade

Lista revela os 10 gays mais poderosos do Brasil

A Folha de São Paulo fez uma extensa matéria sobre os 10 gays mais poderosos do Brasil, na edição do dia 8 de novembro.
Destacou o poder de influência de algumas pessoas muito conhecidas pela mídia de determinados circuitos brasileiros mais badalados. São homens formadores de opinião, sem sombra de dúvida.

O jornal não revela como fez a pesquisa até chegar nos nomes: alguns, desconhecidos em várias partes do país, outros que parecem estar em todos os cantos. Fantástico.

A reportagem relacionou o sucesso de cada um dentro de sua área de atuação, não importando onde cada qual se encontre. Melhor que isso, a Folha o fez com brilhantismo, dignidade e respeito, não fosse por um senão: nenhuma mulher gay foi relacionada, e nem transexual.

A Folha deve entender que gay se remete a pessoas do gênero masculino, suponho. Talvez tenhamos uma edição, quem sabe, das 10 lésbicas mais poderosas e, das/dos 10 transexuais mais poderosas.

Uma questão de nomenclatura? De identidade de gênero? Não sei!

Mas, a reportagem acertou em cheio e, se fizesse uma relação com 100 nomes talvez houvesse heterogeneidade para mostrar que o Brasil tem muita gente boa que cabe numa relação deste tipo.

Ponto alto é que a visibilidade homossexual está tomando cada vez mais corpo nas páginas e monitores das mídias, mostrando que ali estão pessoas que lutam pela inclusividade social, contra a homofobia e igualdade de direitos num país em que pouco se faz respeitar sua Constituição por conta de um Código Civil ainda não contemporâneo.

Conheça a matéria da Folha Online em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u65894.shtml