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Publicado: 1 dezembro, 2006 em 1° de Janeiro, AIDS, Warken

A vida é mais forte que a aids

Dia Mundial 2006 – A vida é mais forte que a aids
A campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids deste ano terá como foco as pessoas que vivem com HIV/aids.

A campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids deste ano terá como foco as pessoas que vivem com HIV/aids, tendo como base o conceito de Prevenção Posithiva.

A Prevenção Posithiva é a prevenção voltada para as pessoas que vivem com HIV/aids. A partir do tratamento, elas têm uma maior qualidade de vida, novas perspectivas, o desejo de relacionar-se afetivamente, trabalhar, estudar, ter filhos, enfim ter projetos de vida. Isso se tornou uma questão importante, não só para essas pessoas, mas para toda a sociedade.

Daí a importância de combater a discriminação, o preconceito e o estigma que envolve a doença por meio do protagonismo das pessoas que vivem com HIV. Essa é a proposta para o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Devemos destacar que é a primeira vez que adotamos tal estratégia.

O 1° de dezembro é o momento político que irá colocar o tema viver com HIV e aids, e suas conseqüências, na agenda da sociedade. Mas será apenas o começo de uma série de ações de comunicação que, pretendemos, dará continuidade ao tema ao longo de todo o próximo ano.

Veja mais em:
http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISC00B1070ITEMID3F9AEDF0CAE04CD297BB3659B5CB850CPTBRIE.htm

O Dia Mundial de Luta contra a AIDS foi criado em 1988 durante um encontro internacional de Ministros da Saúde, reunidos em Londres, e logo foi adotado por 140 países. Todo ano, a Unaids (programa das Nações Unidas para a AIDS) define uma estratégia de abordagem do problema da AIDS a ser adotada em todo o mundo. Isso aconteceu no início e, após 11 meses, as atividades culminaram com o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS.

O objetivo principal é mobilizar as pessoas para que descubram sua melhor forma de contribuir e auxiliar no enfrentamento da infecção pelo vírus HIV.

O simbolo da luta contra a AIDS é um lacinho vermelho retorcido.

O Laço Vermelho da Consciência da AIDS, ou simplesmente laço vermelho é visto como simbolo de solidariedade e compromisso na luta contra a AIDS.

O Projeto Laço Vermelho foi criado em 1991 pelo Grupo Visual AIDS, em Nova Iorque, uma instituição formada por profissionais de arte preocupados em reconhecer e homenagear amigos que morreram ou estavam morrendo de AIDS.Um dos artistas do Visual AIDS sugeriu a criação de um símbolo único, de domínio público, que exprimisse a solidariedade em relação aos portadores do vírus HIV.

Em a991, o ator Jeremy Irons recebeu o “Tony Awards”, uma premiação de teatro, com u laço vermelho preso à camisa. O sucesso foi imediato e duradoruro.

O projeto Laço Vermelho se tornou uma poderosa ferramenta na luta contra a doença. O uso do laço vermelho tem dado visibilidade à luta contra a AIDS. Os militantes esperam que o laço vermelho passe a fazer parte do cotidiano das pessoas e que o 1° de dezembro seja todos os dias do ano.

Link relacionado: http://boasaude.uol.com.br/especiais/AIDS/

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Publicado: 24 outubro, 2006 em AIDS, gays

Mostra de Cinema de São Paulo abordará temática gay
Data: 23 de Outubro de 2006
Por: Emanuele Silveira

A 30ª Mostra de Cinema de São Paulo abordará vários temas na exibição de filmes, e, dentre os 407 filmes selecionados, existirão vários com temática gay. Dentre eles pode-se conferir “As Tentações do Irmão Sebastião”, longa que, inclusive, foi exibido na 16ª edição do Cine Ceará, que ocorreu no mês de junho deste ano. O filme que conta a história de um noviço em preparação para sua ordenação, tendo como missão pregar o evangelho nos centros urbanos. Apesar de ele encontrar-se cheio de dúvidas pelo vergonhoso fato de ter sido violentado sexualmente quando criança e por sua paixão pelo companheiro Irmão Gabriel. O foco da produção é o impasse sexual e mental do protagonista. Outro destaque vai para “C.R.A.Z.Y”, filme que conta a vida de Zachary, um garoto gay que passou toda sua infância e adolescência negando a sua homossexualidade para não decepcionar o pai, e tentar de toda forma fingir ser o filho normal. Até chegar a um dos pontos mais importante de sua vida: a hora de assumir sua opção sexual para sua família.

Publicado: 16 outubro, 2006 em AIDS

BONO VOX INCENTIVA EMPRESAS A USAREM VERMELHO CONTRA A AIDS

Objetivo da campanha é arrecadar recursos para o Fundo Global, que foi lançado para lutar contra a propagação da aids na África

Nova York – As maiores empresas dos Estados Unidos, da Apple à Motorola, passando pelas lojas GAP e a empresa telefônica Spring, pintaram seus produtos de vermelho, incentivadas pelo ativismo do cantor do U2, Bono Vox, na luta contra a aids.
Todas essas empresas, além de artistas do cinema, da música e da televisão, como Oprah Winfrey e Penélope Cruz, se uniram à campanha Red (vermelho) lançada por Bono e Bobby Shriver, presidente do Debt, Aids, Trade and Africa (Data).
O objetivo da campanha é arrecadar recursos para o Fundo Global, que foi lançado há meses com o apoio da ONU para lutar contra a propagação da aids na África, especialmente nas mulheres e nas crianças, além da malária e da tuberculose.
Consciente do impacto que as grandes marcas têm no consumidor médio americano, o cantor envolveu as grandes corporações em seu ativismo, e conseguiu que lançassem os produtos “vermelhos” no mercado.
A Apple anunciou na sexta-feira o lançamento de uma edição especial na cor vermelha de seu produto estrela, o reprodutor digital iPod, do qual destinará US$ 10 de cada unidade vendida para a campanha idealizada por Bono e Bobby Shriver.
“É maravilhoso ver o incrível nível de compromisso das companhias que estão dispostas a emprestar sua criatividade em benefício da luta contra a aids no continente africano, que sofre a pior crise sanitária em 600 anos”, disse Bono durante o lançamento do iPod vermelho.
Outras muitas companhias se vestiram de vermelho, como a rede de roupas GAP, que nos últimos dias publicou anúncios nos grandes jornais com estrelas do cinema e da música vestidas com sua coleção “vermelha”, criada para colaborar na luta contra a pandemia.
A Motorola e a Sprint também deram sua contribuição com a edição limitada de seu telefone estrela, o RAZR, em versão na cor vermelha, enquanto o American Express tingiu da mesma cor seu característico cartão verde.
Segundo Bono explica no site da campanha Red (www.joinred.com), como “consumidores do primeiro mundo, temos um tremendo poder. O que decidimos comprar ou não de maneira coletiva pode mudar a vida e o curso da história de nosso planeta”.
E a idéia é simples, afirma, porque permite que os consumidores, sem nenhum custo adicional, comprem um produto “vermelho”, e que a empresa “vermelha” destine uma parte dos lucros para a compra e distribuição de remédios e anti-retrovirais para a África.
“A Red não é caridade, é simplesmente um modelo de negócio. Você compra coisas ‘vermelhas’ e nós conseguimos o dinheiro. Compramos os remédios e os distribuímos. Assim conseguem continuar vivos e cuidar de suas famílias”, afirma o manifesto da campanha.
Esta iniciativa promovida por Bono foi anunciada em janeiro no Fórum Mundial de Davos, na Suíça, e em abril já começaram a ser vendidos os primeiros produtos “vermelhos” na Europa, mas nos EUA só chegaram neste fim de semana.
Em maio de 2006, a campanha Red entregou seu primeiro US$ 1 milhão ao Fundo Global para suas atividades em Ruanda. Em setembro, outros US$ 9 milhões foram para essa nação e a Suazilândia, um dos países africanos mais afetados pela aids.
Em menos de quatro anos de funcionamento do Fundo Global, esta iniciativa conseguiu com que mais de meio milhão de pessoas recebam os tratamentos apropriados contra o vírus da aids, que 1,43 milhão fossem tratados contra a tuberculose e 7,3 milhões contra a malária.
Além disso, 5,7 milhões de pessoas puderam fazer o exame de detecção do vírus da aids, e 11,3 milhões de famílias receberam mosquiteiros tratados com inseticida, um acessório econômico e muito efetivo contra a malária.