SANTOS PROBLEMAS QUE NÃO NOS LARGAM

Publicado: 10 maio, 2009 em Uncategorized

O jogo é podre!
 
As ingerências das facções religiosas, verdadeiras multinacionais, se torna cada vez mais complicadas, mas pelo menos saímos daquela historieta de que aos/as católicos/as tudo.  maior proprietário de imóveis do Brasil, conforme uma denuncia, após empresa de TV (pertencente a IURD) verificar que o arcebispado, o RJ havia comprado um apartamento de frente para uma praia famosa na capital, por mais de dois milhões de reais causando espécie dentro da própria igreja.
 
Realmente, teremos que discutir quanto mais cedo este assunto: LGBT's versus Igrejas. Estamos protelando um fato: que a maioria das igrejas é homofóbica e que participar delas, é um direito, mas não é coerente.'Veneno mental existe: é fato. Uma mentira de tantas vezes repetida acaba tornando-se verdade. E o que vimos historicamente é uma interpretação feitas "por homens", muitos dos quais, pedófilos, com uma visão obtusa, androcêntrica, heterodominante, branca, política, dinheirista, usando dos momentos difíceis da vida de pessoas, em que a psiqué encontra-se fragilizada e lança a sua proposta.
 
Quem crê nesta ou naquela forma de traduzir as chamadas escrituras, nos diversos sicretismos, ascetismos, seitas, etc fez uma opção.
 
Muit@s de nós nunca optaram. Optaram por nós ainda recém nascid@s
 
Muit@s de nós requereram a apostasia. Otr@s, não pertencem, e fazem parte dos que não pertencem. Óbvio.
 
Agostinho e Paulo sempre pregaram a ascenção pela via do sofrimento. Dependendo da ótica, este sofrimento pod ser no bolso. Quem me diz que dízimo não é investimento no inesperado? Sim! É a roda da fortuna, a verdadeira loteria de pedaços do céu aqui na Terra, um sistema muito bem rearranjado pelas igrejas neopentecostais, sendo que uma tem o seu Jronal Interno superando a tiragem do Jornal Folha de SP e, é a "empresa"brasileira com maior número de filiais fora do Brasil. É um negócio fantástico que já trouxe dores de cabeça em Portugal, França e outros – pois a mesma estava comprando imóveis tombados e fazendo modificações, etc..
 
Sabe o que mais?
 
Insisto: estamos dispersas e dispersos. Precisamos aglutinar as representações Nacionais e ter um canal de comunicação centralizado. Falamos coisas importantes para audtórios que poderiam estar superlotados. Mas, estes auditórios também não estão superlotados pela inércia LGBT, porque a indignação implica em expor-se e, no fundo, tem mais gente dentro do armário esperando que um pequeno grupo de militantes, lá fora, resolva tudo por si.
 
Tenho uma má notícia e uma boa notícia!
 
ACABOU!
A militância não pode ir mais em frente enquanto você permanecer no seu armário, na sua zona de conforto.
Não reclame que a vida LGBT é difícil. Isso nós já sabemos mas precisamos de background, de apoio, de números, de pessoas importantes formadoras de opinião, de gente querendo pagar o preço e cobrar destes governos que virão todos  os direitos de nós, "roubados" a céu aberto.
O Estado Brasileiro é réu porque tem um leque teórico/teológico que não se sustenta mais na jurisprudência, pois nós damos  frutos as jurisprudências quando temos coragem de dar a cara e enfrentar.
Este Estado merece um processo por omissão. Merece um processo por "auto-perjúrio". Como pode um Código Civil ir contra uma Constituição?
 
PODE COMEÇAR!
Ainda há tempo, mas não é muito. Depois que representantes católicos, islâmicos, e judeus se uniram para dizer que nós fazemos mal uso da religião, nas palavras deste senhor Papa que aí está, antevejo dias não muito interessantes.
Pode começar uma nova forma de gerência de nossa militância em consonância com representantes internacionais (dos quais não somos filiais, nem representantes, mas dos quais emprestamos algumas tecnologias sociais de enfrentamento, pois, em tese, estamos até além que muitos, e aquém, em relação a pouquíssimos).
 
Gostaria de pedir as lideranças NACIONAIS a inclusão na pauta no rol das discussões; que as academias cooperem o mais urgente possível, além daquelas que já estão.
 
O jogo de poder que se vem travando é desumano, indigno, e atinge diretamente a minha, a sua, a nossa condição de bem-viver, bem-estar. Atinge a nossa vida!
 
Espero que esta sugestão não caia no esquecimento e, que esta forma de refletir seja assimilada como estratégia, e não, como imposição. Somos individuos/as e grupos/as buscando um mesmo fim, uma mesma resposta, uma mesma forma de se tornar numa coisa refratária pelo quer nos derrubar, transformando isto em energia interna, propulsora de algo que  pode superar as debilidade do presente.
 
 
Roberto Warken
warken.floripa.com.br
http://www.grupowarken.vai.la/
warken [at] floripa.com.br
+55 48 9981 1278
Floripa – SC – Brasil

2009/5/10 Daniel Sottomaior <cetico@hotmail.com>

— In secularismo@yahoogroups.com, "Daniel Sottomaior" <cetico@…> wrote:

CAMARA, S/D

COMISSÃO DEBATE ACORDO ENTRE BRASIL E SANTA SÉ

O Acordo entre Brasil e Santa-Sé foi discutido hoje(6) durante reunião na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, com a participação de representantes das Igrejas Católica e Evangélica; do Ministério das Relações Exteriores; e de parlamentares ligados ao tema. O presidente da comissão, Severiano Alves, propôs um novo encontro, que ainda terá a data definida, tendo em vista a complexidade da questão. O presidente deu início ao debate, que durou mais de duas horas, explicando a matéria. "Trata-se de acordo entre Estados, para que seja reconhecida a natureza jurídica da Igreja Católica".

Participaram do evento o presidente e o 1º vice-presidente da comissão, Severiano Alves e Damião Feliciano; o relator da matéria Bonifácio de Andrada; o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha; a embaixadora Maria Edileuza Reis, representando o Ministério das Relações Exteriores; os deputados Pedro Ribeiro e João Campos, representantes da bancada Evangélica na Câmara, além do senador Neuto De Conto, da ministra Vera Campetti (Relações Exteriores) e outros parlamentares ligados à questão.

O deputado Damião havia apresentado requerimento à CREDN, solicitando uma audiência pública para debater o acordo, mas retirou da pauta na última reunião da comissão. "Saio felicíssimo, o encontro foi melhor que uma audiência pública, por que foi mais centrado", disse. Segundo o 1º vice-presidente, a polêmica em torno do artigo 11 do Acordo não tem fundamento, pois consta do Artigo 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Maria Edileuza informou que a grande preocupação do Itamaraty era assegurar que a legislação brasileira estivesse sendo cumprida. "Há um questionamento sobre qual seria o interesse do Brasil em assinar este acordo. Tecnicamente não há nada a ganhar nem a perder", declarou.

Segundo a embaixadora, tudo que está no acordo está na legislação brasileira  e na Convenção de Viana, que trata de relações diplomáticas. "Não há o que impeça que o Brasil realize acordo com Santa-Sé. Foi uma negociação longa, complexa e extremamente cuidadosa", informou. A embaixadora enfatizou que o acordo não foi assinado com o Estado Vaticano e sim com a Santa-Sé.

Dom Geraldo explicou que Santa-Sé e Vaticano são entidades distintas. "Santa-Sé tem personalidade jurídica, é governo central da Igreja Católica. Temos embaixadores de Santa-Sé no Brasil. O Estado Vaticano é um Estado simbólico". Como a embaixadora, o bispo fez questão de lembrar que o acordo é entre Brasil e Santa-Sé. "Não temos nenhum dispositivo legal que nos dê respaldo sobre a nossa personalidade jurídica. Este acordo servirá para normatizar a questão da personalidade jurídica da Igreja católica". E ainda enfatizou que para a Igreja Católica , Estado laico é um valor.

Para o deputado João Campos, alguns pontos ferem princípios constitucionais. "Na frente parlamentar evangélica, não temos objeção ao acordo. Só consideramos necessário alguns ajustes", disse.

Pedro Ribeiro, que é pastor evangélico, foi mais incisivo. "Não me precipitaria a julgar o acordo. Até por que não sou advogado. Ressaltei em discurso no plenário que me entristeço com este acordo, porque talvez venha causar problemas em nossa relação tão boa", disse referindo à relação entre católicos e evangélicos. Mas foi claro em sua posição: "Sou veementemente contra o acordo. Isso vai azedar as relações". Segundo o deputado, dos 20 artigos, 17 ferem a Constituição Federal.

O Relator da matéria, Bonifácio de Andrada, disse que irá usar os argumentos apresentados como subsídio para o relatório.

Legenda: A partir da esquerda – deputado Pedro Ribeiro; deputado Jefferson Campos; deputado Bonifácio de Andrada; embaixadora Maria Edileuza Reis; deputado Severiano Alves; Dom Geraldo; deputado Damião Feliciano; deputado Marcelo Melo; deputado João Campos; deputado Mário de Oliveira; e Carlos Moura, da Comissão Brasileira Justiça e Paz. [i]

http://www2.camara.gov.br/internet/comissoes/permanentes/credn

— End forwarded message —

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