Lançada a Lista do Coletivo LGBT Brasil

27 09 2008
O Coletivo LGBT Brasil é uma Lista de Discussão e/ou Grupos de Debates:

APOIO MÚTUO em casos que envolvam sexualidade, relacionamentos, amor, família – você ajuda outra pessoa que deve ajudar outra, LGBT;

AÇÕES EXTRATÉGICAS:reuniões locais, na sua cidade, Estado e País promovendo intercâmbio de idéias, troca de apoios e formular ações futuras.

AÇÕES SOCIAIS: Ajuda a pessoas com deficiência, pessoas idosas, adictos de drogas.de drogas, pessoas carentes de roupas, comida, etc. e apoio político a candidatos/as comprometidos/as com as lutas pró-LGBT.

AMIZADE SEGURA: Estar junto com seus iguais, na saúde e na doença, ir junto na festa ou ajudar seu/sua igual que esta doente, etc.

AUTO-GESTIVA: As pessoas da lista coordenarão a mesma. Terão

FORMAÇÃO: Educadores/as, Familiares e Responsáveis e amig@s!

Esta lista é heterofriendly!

Entre! A "casa"também será sua: http://br.groups.yahoo.com/group/coletivo_lgbt_brasil/

____________________________________
Obrigado por ler!

Roberto Luiz Warken, Msc
http://warken.posterous.com/
Licença de Reprodução: acesse http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/
Opiniões de terceiras pessoas são de inteira responsabilidade das mesmas.
Esta informação é heterofriendly!

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As alucinantes noites dos camicases

27 09 2008

Um novo perfil de paciente chega ao consultório dos
infectologistas: jovens com menos de 25 anos que,
embalados por álcool e drogas, deixam a camisinha
de lado e se contaminam com o HIV


Adriana Dias Lopes

"Sempre soube da importância da camisinha. Minha mãe insistia para que eu nunca saísse de casa sem ela. Certa vez, na escola, uma professora demonstrou como usar o preservativo. Achei patético. Aquilo não era para mim. No fundo, achava que aids era coisa de gay. Aos 16 anos, no início da minha vida sexual, eu até usava camisinha, com medo de engravidar as meninas. Depois, desencanei por causa da bebida. Sob o efeito da cerveja e do uísque, aí é que a camisinha não saía mesmo do meu bolso. Meus amigos também agem assim. Há três semanas eu descobri que tenho o vírus HIV. É óbvio que eu tomei um susto. Mas agora estou mais tranqüilo. Daqui a uns dias vou começar a tomar o coquetel contra a aids. Sei que terei uma vida normal."

O relato do estudante paulistano A.K., de 21 anos, é aterrador. Impressiona pelo descaso com o sexo seguro e, agora, pelo modo como enfrenta a infecção pelo HIV. Ele não é uma exceção. Rapazes e moças como A.K. se tornaram figuras freqüentes nos consultórios dos grandes infectologistas brasileiros: jovens de classe média, com menos de 25 anos, contaminados pelo vírus da aids em baladas regadas a muito álcool e drogas. "Em 28 anos de consultório, nunca vi tamanho desdém pela proteção sexual", diz Artur Timerman, infectologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. "E esse descaso é provocado pelo abuso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes." Oficialmente, a ocorrência de aids entre os jovens de 13 a 24 anos mantém-se estável nos últimos cinco anos. Eles representam 10% do total de infectados no país a cada ano, o que equivale a cerca de 3.000 casos. "Mas é urgente que essa rapaziada mude de comportamento já", alerta o infectologista David Uip, do Hospital Sírio-Libanês. "Do contrário, prevejo uma explosão da contaminação por HIV entre os jovens." Até recentemente, os portadores do vírus com menos de 25 anos que chegavam ao consultório de Uip eram, no máximo, três por ano. De 2007 para cá, o médico passou a atender, em média, um paciente com o mesmo perfil por mês. "Estou estarrecido com a postura camicase desses garotos", afirma o infectologista.

Em algumas situações, o comportamento irresponsável adquire contornos suicidas. Comum entre os gays americanos desde os anos 90, vem ganhando força no Brasil a prática do bare-backing, em que homossexuais masculinos se expõem voluntariamente ao vírus da aids em relações sem proteção. A expressão barebacking pode ser traduzida como "cavalgada sem sela". Nessa roleta-russa da aids, um portador do HIV é chamado a participar de uma orgia. Ele pode ou não receber dinheiro por isso. Quando é contratado, o valor fica em torno de 3.000 reais. Batizado de "gift" (presente, em inglês), o soropositivo não é identificado. Todos os outros convidados, porém, sabem que na festinha há pelo menos um portador do HIV – e se divertem com o risco de ser infectados. Essa maluquice é protagonizada, em geral, por homens de 16 a 30 anos. Aos 48 anos, R.F. está contaminado há quinze. Já participou de uma dezena de barebackings. Num deles, foi o "presente", mas pediu para ser identificado. "Apesar do lenço vermelho amarrado no braço, o que denunciava o HIV, muitos quiseram ter relações comigo sem camisinha", conta R.F.

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Mr. Gay Floripa disponível para eventos

27 09 2008




Defesa alerta para chuva em 12 Estados e no DF

27 09 2008

A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da
Integração Nacional, enviou alerta de chuva forte às defesas civis dos
Estados de Roraima, Rondônia, Amazonas, Pará, Tocantins, Acre, Mato
Grosso, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e
Distrito Federal.

Hoje e amanhã, áreas de instabilidade associadas à presença de uma
frente fria no oceano, na altura do litoral da região Sudeste, provocam
pancadas de chuva no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Há risco de
temporais isolados com chuva forte, raios e rajadas de vento entre 50 e
60 km/h, especialmente, no centro-sul e na região serrana fluminense.
Hoje, não está descartada a ocorrência de granizo isolado. No domingo,
o risco de temporais persiste no centro-norte de Minas Gerais.

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