Aconteceu ou vai acontecer

30 09 2008

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Folha volta a usar palavra homossexualismo; Jornalistas e militantes comentam

30 09 2008
Enviado por: Fabricio Lima <adm.fabriciolima@gmail.com>
Date: 2008/9/28

    
 Folha volta a usar palavra homossexualismo; Jornalistas e militantes comentam 

    Por Marcelo Hailer 24/9/2008 – 19:09


 

Em
1980, o Conselho Federal de Medicina retirou da Classificação
Internacional de Doenças a homossexualidade. Em 1990, seria a vez da
Organização Mundial de Saúde e, por último, em 1998 o Conselho Federal
de Psicologia faria o mesmo e ainda proibiria qualquer psicólogo de
"curar pessoas do homossexualismo". Desde então, o movimento e outros
setores LGBTs decidiram abandonar o uso da palavra homossexualismo, por
ela estar ligada ao conceito de doença e desvio psíquico. Passaram a
usar o termo homossexualidade e, até hoje, aconselham os meios de
comunicação a fazerem o mesmo.

Porém, há cerca de um mês o
jornal Folha de São Paulo, por meio do seu controle de qualidade,
anunciou que voltaria a usar a palavra homossexualismo, pegando muita
gente de surpresa. Ao entrarmos em contato com a jornalista Ana Estela
de Souza, editora de treinamento da Folha, ela nos informa quanto a
orientação do jornal nesse sentido. "Nossa orientação sobre isso é
simplesmente que se usem as palavras no sentido correto delas. Os
termos não têm exatamente o mesmo significado. 'Heterossexualidade',
por exemplo, é tudo o que assume o caráter de heterossexual;
'heterossexualismo' é a prática de heterossexualidade (por exemplo, uma
relação sexual entre homem e mulher)".

O jornalista Sérgio
Ripardo, ex-editor da Ilustrada Online e ex-colunista de Destaque GLS,
da Folha Online, comenta a orientação do jornal em questão. "A área de
controle de qualidade do jornal analisou queixas de militantes sobre o
uso de "homossexualismo" e concluiu que o sufixo "ismo" não remete à
doença. Para justificar, o controle de qualidade citou outras palavras
como "budismo", "catolicismo", "espiritismo" e a ausência de
questionamentos de que essas religiões seriam doenças. Achei os
exemplos meio forçados", diz Ripardo.

A antropóloga e ex-vice
presidente da Associação da Parada GLBT de São Paulo [APOGLBT], Regina
Fachini, diz estranhar tal orientação e afirma que a atitude pode "além
de confundir as pessoas quanto a qual palavra usar". "É estranho um
jornal como a Folha decidir voltar a usar esta palavra, pois quem usa
socialmente "homossexualismo" são os fundamentalistas", diz. Frente a
isso, Regina diz que se pode pensar duas coisas, "quando você lê
homossexualismo você pensa: a pessoa é desinformada ou
preconceituosa?".

O editor da revista Caros Amigos, Mylton
Severiano, conta à reportagem que nunca tinha parado para pensar em tal
questão, pois o uso de homossexualismo e homossexualidade foi por um
bom tempo palavras "praticamente sinônimas". Porém,  afirma não ver
problemas, caso seja uma demanda do movimento LGBT, em recomendar "aos
nossos colaboradores que passassem a evitar homossexualismo e adotassem
homossexualidade". Sobre a posição do jornal o editor diz que "a Folha
deveria levar isto em consideração".

Na questão do uso da
palavra e o contexto ao qual estará inserida, a jornalista da Folha de
São Paulo, Ana Estela de Souza, diz que o jornalista não pode ficar
refém do politicamente correto e deve sim ficar atento quanto ao uso da
palavra, "o que um jornalista não deve fazer é substituir
indiscriminadamente o termo homossexualismo por homossexualidade. Cada
palavra deve ser usada no seu sentido correto". A profissional afirma
ainda que "a Folha recomenda que o jornalista reflita seriamente sobre
a importância de informar sobre a sexualidade de um personagem da
notícia e que tome cuidado para evitar preconceitos e estereótipos".

Com
argumento parecido, o jornalista Sergio Ripardo diz que continuou a
usar homossexualidade para "não irritar leitores conscientes sobre as
sutilezas da língua", também acredita que usar homossexualismo não
"seja um desserviço ou vá confundir alguém".  Para ele o mais
importante é o contexto em que a palavra será usado. "Um texto
homofóbico poderia usar 'homossexualidade' e nem por isso deixaria de
ser uma afronta aos gays", exemplifica. Ripardo também diz que é
preciso tomar cuidado com o patrulhamento excessivo do uso de palavras
pois, "perde um pouco o foco e mete ainda mais medo nos leigos de
cometer alguma gafe".

Com opinião diferente, Regina Fachini
diz que acha curioso o jornal ignorar algo que é uma "convenção
social". "É justamente esse o papel da mídia, estar sensível a essas
mudanças na sociedade", opina. Para a militante "todo mundo que usa
[homossexualidade] rompe com a idéia de doença", e a postura de usar o
"ismo" só vai "confundir as pessoas e também disseminar o conceito de
doença ligado a palavra".

Visão semelhante à de Regina nutre
Mylton Severiano. O editor também acredita que atrapalha os leitores e
dissemina o conceito negativo. "Um jornal com o peso de uma 'Folhona',
um Estadão, um O Globo, enfim, os "jornalões", deviam atender a tais
recomendações sociais, por que não? Não lhes custa nada", diz Mylton
ironizando.

FONTE: http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=5792&target=_blank&titulo=Folha+volta+a+usar+palavra+homossexualismo%3B+Jornalistas+e+militantes+comentam

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La Iniciativa por los Derechos Sexuales y la 4a Rueda del EPU

28 09 2008
Por Marcelo Ferreyra <gaylesddcc@arnet.com.ar

La Iniciativa por los Derechos Sexuales y

la Cuarta Rueda del Examen Periódico Universal

 

Para la 4ta Rueda del EPU, la Iniciativa[i] difundió una Convocatorio para presentar informes, por la que dimos prioridad a activistas jóvenes, mujeres y personas trans/intersex. La Convocatoria se difundió en listas electrónicas de mujeres, derechos sexuales y LGBT, y les estamos muy agradecid*s a todas las personas que nos ayudaron a difundirla.

 

Recibimos 35 postulaciones para escribir informes sobre 6 de los países bajos examen. Tras una cuidadosa selección, decidimos incorporar una modalidad nueva: para algunos países (Azerbaiyán, México y Nigeria) trabajamos con 2 activistas/organizaciones que abordaron aspectos diferentes de los derechos sexuales, y luego resumimos sus aportes en un único informe. Como en ocasiones anteriores, fue un trabajo apasionante y tuvo como resultado la elaboración y envío de informes sobre los siguientes países:

·         Azerbaiyán, en colaboración con las organizaciones Centro de la Mujer y el Mundo Moderno y Labris-Organización LGBT

·         Bangladesh, en colaboración con el académico y activista Adnan Hossain

·         China, en colaboración con un* activista joven cuyo nombre no podemos difundir por razones de seguridad

·         México, en colaboración con la académica y activista Claudia López Sánchez y con Daniel Serrano de Reijil, punto focal de la Coalición Global de Jóvenes que trabajan en VIH/SIDA

·         Nigeria, en colaboración con las organizaciones Proyecto Independiente por la Igualdad de Derechos y Movimiento de Acción por Tratamientos en Nigeria.

 

En los informes se trataron una variedad de temas ligados a los derechos sexuales, entre ellos los siguientes:

·         Creencias culturales que llevan a la discriminación por sexo, género, orientación/preferencia sexual, identidad y/o expresión de género;

·         Normas que regulan el género

·         VIH/SIDA, centrándonos en trabajador*s sexuales, usuari*s de drogas inyectables, hombres que tienen sexo con hombres, minorías étnicas y jóvenes.

·         Regulación del matrimonio

·         Salud y derechos reproductivos

·         Derechos de las lesbianas, gays, personas bisexuales y transgénero/ de las comunidades minoritarias en cuanto a su sexualidad y su género

·         Derechos de las organizaciones que trabajan en temas de derechos sexuales

·         Trabajo sexual

·         Violencia sexual y familiar contra las minorías sexuales y las personas que viven con VIH/SIDA

·         Violencia sexual contra las mujeres

·         Educación en sexualidad

·         Regulación del estupro

 

Los informes fueron escritos y presentados en inglés (Azerbaiyán, Bangladesh, China y Nigeria) y en castellano (México).

 

Conclusión

Una vez más, el nivel de compromiso de l*s activistas que escribieron los informes fue digno de ser destacado: trabajaron durante los fines de semana, respondieron rápidamente y se mostraron muy abiert*s a las sugerencias para trabajar sus informes. Nos sentimos verdaderamente honrad*s por la oportunidad de trabajar con tant*s activistas jóvenes y valientes, de distintas partes del mundo, y estamos dispuest*s a continuar haciéndolo.


[i]La Iniciativa por los Derechos Sexuales es una coalición creada en 2006. Sus integrantes son Action Canada for Population and Development, CREA (India), INCRESE (Nigeria) y Mulabi – Espacio Latinoamericano de Sexualidades y Derechos (Argentina-Costa Rica-Colombia-Chile-Paraguay). Otras organizaciones, como la Federación Polaca de Mujeres por la Planificación Familiar, funcionan como asociadas a la Iniciativa, cuyo mandato es promover la noción de derechos sexuales y los derechos sexuales en general en el Consejo de Derechos Humanos de Naciones Unidas.

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Contra a Pedofilia – Against Pedophilia- Contra la Pedofilia

28 09 2008
Amig@s

Por favor, acessem http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado e enviem mensagem para que nossos deputados votem a favor de maiores penas para o crime de pedofilia.

A matéria está em votação e podemos exigir isso de  nossos representantes.

Mande a sua lista de contatos para maior abrangência. Vi essa solicitação na TV, pelo deputado Magnus Malta, presidente da CPI da pedofilia.

Vamos fazer a nossa parte?

———————————–

Mis Amig@s

Por favor, el acceso http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado y enviar ese
mensaje a nuestros miembros de la Câmara del Brasil a votar en favor del aumento de la pena por
el delito de pedofilia
.

La cuestión es en esta votación y podemos exigir de nuestros representantes.

Envía tu lista de contactos para más cobertura.

Haremos nuestra parte?

———————————–

Dear Friends

Please access http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado and
send that message to our members of chamber from Brazil to vote in favor of increased punishment
for the crime of pedophilia
.

The matter is in this vote and we can require of our representatives.

Send your list of contacts for more coverage.

We will do our part?

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Pesquisa do Ibope revela: Angela 65 é opção de Vitória em Florianópolis

28 09 2008




As eleições ea causa gay nas campanhas

28 09 2008

As eleições ea causa gay nas campanhas

Diário de Natal – Natal,RN,Brazil
Até parece que não existem lésbicas, gays, travestis e transexuais na cidade. Nada se fala, nada se apresenta como projetos de políticas públicas municipais

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Gays “injustiçados”

28 09 2008

Gays “injustiçados”

Correio da Manhã – Lisboa,Lisboa,Portugal
onde existe uma cultura religiosa mais conservadora, foi um dos temas em debate no primeiro dia do encontro ibérico de gays católicos, em Évora,

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Google Chrome Announcement

28 09 2008





Lançada a Lista do Coletivo LGBT Brasil

27 09 2008
O Coletivo LGBT Brasil é uma Lista de Discussão e/ou Grupos de Debates:

APOIO MÚTUO em casos que envolvam sexualidade, relacionamentos, amor, família – você ajuda outra pessoa que deve ajudar outra, LGBT;

AÇÕES EXTRATÉGICAS:reuniões locais, na sua cidade, Estado e País promovendo intercâmbio de idéias, troca de apoios e formular ações futuras.

AÇÕES SOCIAIS: Ajuda a pessoas com deficiência, pessoas idosas, adictos de drogas.de drogas, pessoas carentes de roupas, comida, etc. e apoio político a candidatos/as comprometidos/as com as lutas pró-LGBT.

AMIZADE SEGURA: Estar junto com seus iguais, na saúde e na doença, ir junto na festa ou ajudar seu/sua igual que esta doente, etc.

AUTO-GESTIVA: As pessoas da lista coordenarão a mesma. Terão

FORMAÇÃO: Educadores/as, Familiares e Responsáveis e amig@s!

Esta lista é heterofriendly!

Entre! A "casa"também será sua: http://br.groups.yahoo.com/group/coletivo_lgbt_brasil/

____________________________________
Obrigado por ler!

Roberto Luiz Warken, Msc
http://warken.posterous.com/
Licença de Reprodução: acesse http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/
Opiniões de terceiras pessoas são de inteira responsabilidade das mesmas.
Esta informação é heterofriendly!

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As alucinantes noites dos camicases

27 09 2008

Um novo perfil de paciente chega ao consultório dos
infectologistas: jovens com menos de 25 anos que,
embalados por álcool e drogas, deixam a camisinha
de lado e se contaminam com o HIV


Adriana Dias Lopes

"Sempre soube da importância da camisinha. Minha mãe insistia para que eu nunca saísse de casa sem ela. Certa vez, na escola, uma professora demonstrou como usar o preservativo. Achei patético. Aquilo não era para mim. No fundo, achava que aids era coisa de gay. Aos 16 anos, no início da minha vida sexual, eu até usava camisinha, com medo de engravidar as meninas. Depois, desencanei por causa da bebida. Sob o efeito da cerveja e do uísque, aí é que a camisinha não saía mesmo do meu bolso. Meus amigos também agem assim. Há três semanas eu descobri que tenho o vírus HIV. É óbvio que eu tomei um susto. Mas agora estou mais tranqüilo. Daqui a uns dias vou começar a tomar o coquetel contra a aids. Sei que terei uma vida normal."

O relato do estudante paulistano A.K., de 21 anos, é aterrador. Impressiona pelo descaso com o sexo seguro e, agora, pelo modo como enfrenta a infecção pelo HIV. Ele não é uma exceção. Rapazes e moças como A.K. se tornaram figuras freqüentes nos consultórios dos grandes infectologistas brasileiros: jovens de classe média, com menos de 25 anos, contaminados pelo vírus da aids em baladas regadas a muito álcool e drogas. "Em 28 anos de consultório, nunca vi tamanho desdém pela proteção sexual", diz Artur Timerman, infectologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. "E esse descaso é provocado pelo abuso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes." Oficialmente, a ocorrência de aids entre os jovens de 13 a 24 anos mantém-se estável nos últimos cinco anos. Eles representam 10% do total de infectados no país a cada ano, o que equivale a cerca de 3.000 casos. "Mas é urgente que essa rapaziada mude de comportamento já", alerta o infectologista David Uip, do Hospital Sírio-Libanês. "Do contrário, prevejo uma explosão da contaminação por HIV entre os jovens." Até recentemente, os portadores do vírus com menos de 25 anos que chegavam ao consultório de Uip eram, no máximo, três por ano. De 2007 para cá, o médico passou a atender, em média, um paciente com o mesmo perfil por mês. "Estou estarrecido com a postura camicase desses garotos", afirma o infectologista.

Em algumas situações, o comportamento irresponsável adquire contornos suicidas. Comum entre os gays americanos desde os anos 90, vem ganhando força no Brasil a prática do bare-backing, em que homossexuais masculinos se expõem voluntariamente ao vírus da aids em relações sem proteção. A expressão barebacking pode ser traduzida como "cavalgada sem sela". Nessa roleta-russa da aids, um portador do HIV é chamado a participar de uma orgia. Ele pode ou não receber dinheiro por isso. Quando é contratado, o valor fica em torno de 3.000 reais. Batizado de "gift" (presente, em inglês), o soropositivo não é identificado. Todos os outros convidados, porém, sabem que na festinha há pelo menos um portador do HIV – e se divertem com o risco de ser infectados. Essa maluquice é protagonizada, em geral, por homens de 16 a 30 anos. Aos 48 anos, R.F. está contaminado há quinze. Já participou de uma dezena de barebackings. Num deles, foi o "presente", mas pediu para ser identificado. "Apesar do lenço vermelho amarrado no braço, o que denunciava o HIV, muitos quiseram ter relações comigo sem camisinha", conta R.F.

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