CURSO À DISTÂNCIA – GRÁTIS – COM CERTIFICADO PELO GOVERNO FEDERAL

29 06 2008

Olá, Leia o e-mail até o fim!

Estou fazendo uma segunda chamada para este curso cuja primeira turma já esta completa e há mais dois formatos de inscrição – DIREITOS HUMANOS E MEDIAÇÃO E CONFLITOS pela SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DO GOVERNO FEDERAL, é à distância, é grátis, é certificado pelo governo federal.

Penso que quem puder não deve  jogar uma oportunidade desta pela janela. Isso vale para o Currículo Lattes, enfim.
Acesse e veja.

A abertura do Curso é do sub-Secretário Perly Cipriano, que Coordenou a Conferência Nacional GLBT.Brasilia-DF 05-08/06/2008.

Não! Não tenho nenhum envolvimento com o Governo Federal e perguntas sobre o curso deverão ser feitas pelo e-mail dh@itsbrasil.org.br

Por favor, apenas informe que é uma indicação de Roberto Warken.

ACESSE: http://dh.educacaoadistancia.org.br/

Repasse esta informação adiante: Militantes pelos DH, Entidades, enfim, para tod@s.


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Obrigado por ler!

Warken, Roberto
http://www.glssite.net
http://www.warken.floripa.com.br

NÓS TAMBÉM VOTAMOS!

Petição por Melhores condições de trabalho e salário em educação: http://www.petitiononline.com/aspo98/petition.html
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28 de junho – Dia Mundial LGBT

28 06 2008

Programa Mais Você com Carlos Tufvesson – Rio de Janeiro – RJ

Clique no link, ou copie e cole em seu navegador para assistir.

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM847476-7822-CAUSA+GAY,00.html





VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids

25 06 2008

Começou na manhã de hoje o VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST’s e Aids. Aos trancos e aos barrancos, a empresa terceirizada que terceirizou uma terceira, que…bem, o evento começou com atraso, mas os Cursos, Fóruns e Simpósios pré-congresso aconteceram, como a II Mostra Brasil Afroatitude, ainda no dia 24, Conversa Afiada: Ações afirmativas na saúde: ensino, produção de conhecimento científico e enfrentamento do racismo institucional, o Encontro de estudantes bolsistas do Programa Brasil Afroatitude para troca de experiências.

Hoje, dia 25 foram as programações que você pode encontrar em http://sistemas.aids.gov.br/congressoprevencao/2008/index.php?option=com_frontpage ou baixar diretamente para seu computador. São 3Mb de material: http://sistemas.aids.gov.br/congressoprevencao/2008/dmdocuments/programacao_cong_prev03.pdf.

O Glssite.Net e o Instituto Arco-Íris participaram do Curso Planejamento estratégico e sua implementação: melhorias no serviço de saúde para a comunidade e , participamos também, do Fórum, Plano de enfrentamento das epidemia de aids e das DST entre gays, HSH e travestis: cenário atual e perspectivas futuras.

Nesta noite, há a abertura oficial. A programação repleta, continua até sábado.





Brasil é campeão mundial no uso de comunidades, diz estudo

20 06 2008
da Folha Online

O Brasil é o país que mais usa sites relacionados a comunidades, tanto em horas gastas nesse tipo de site quanto no número de acessos. Dados divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Ibope/NetRatings indicam que, em abril deste ano, 17,5 milhões de pessoas navegaram nesses portais utilizando conexão residencial –o maior número entre os dez países analisados pela empresa.

Nas contas do Ibope/NetRatings, o brasileiro fica, em média, cinco horas por mês em sites relacionados a comunidades. Nos outros países, esse valor não passa das duas horas, com exceção dos internautas do Reino Unido, que gastam duas horas e meia nesses portais.

A empresa inclui na categoria "comunidades" as páginas de redes Orkut e MySpace, blogs, microblogs, bate-papos, fóruns, grupos de discussão, mundos virtuais e outros sites semelhantes que reúnem grupos de interesse e de relacionamento.

Em abril deste ano, 17,5 milhões de pessoas utilizaram essas páginas por meio de internet residencial, o equivalente a 78,2% dos internautas ativos do mês. Depois do Brasil, vem o Japão, com 67,1%, seguido por França (60,9%), Espanha (59,6%), Itália (59%), Reino Unido (56,6%), e Estados Unidos (56,3%), Austrália (52,2%), Suíça (42,7%) e Alemanha (37,7%).

Faixa etária

De acordo com o Ibope, além dos adolescentes, crianças e adultos são responsável por esse crescimento das redes sociais no país. "Não é uma mudança [o uso por crianças e adultos] tão considerável quanto a existente no Reino Unido, mas já significa uma tendência a ser observada", afirma a empresa, no estudo.

'Esse maior interesse dos adultos pelas redes sociais indica que as empresas já podem começar a explorar o potencial das comunidades para um melhor relacionamento com esse público pela internet', diz o texto.

Os dados da pesquisa indicam que o Orkut continua líder absoluto desse mercado no Brasil, mas outras redes começam a aparecer na lista. Em abril, o Orkut recebeu 15,2 milhões de acessos, segundo o Ibope, seguido pela Sonico.com, com 1,7 milhões de usuários únicos, e o MySpace, com 868 mil.

O Facebook, que é um dos líderes mundiais nessa área, tem uma participação pequena no Brasil. Fica atrás de Via6, Hi5 e Habbo, com 365 mil usuários no mês.





Audiência do Orkut cai 34% na América Latina

20 06 2008
 

da Folha Online

A audiência do Orkut na América Latina sofreu uma queda de cerca de 34% em um ano, segundo dados divulgados pela consultoria ComScore. A rede social do Google permanece líder na região, mas viu a diferença cair consideravelmente em relação à segunda colocada, a Hi5.com. O estudo levou em conta os meses de abril de 2007 e 2008.

De acordo com a ComScore, o Orkut recebeu 15,2 milhões de acessos únicos em abril deste ano, contra 23,3 milhões no mesmo mês do ano passado –foi o único portal analisado pela consultoria que perdeu audiência no período. Enquanto isso, o Hi5 recebeu 12,3 milhões de usuários naquele mês de 2008, ante 7,2 milhões em 2007, uma alta de 79%.

Procurado pela reportagem, o Google informou que não comenta o assunto.

No mesmo período, o Facebook teve um crescimento de 976% no número de acessos na região, passando de 717 mil para 7,7 milhões. Com isso, a rede Mark Zuckerberg passou da quinta para a terceira entre os portais de relacionamento mais acessados na região.

Já o MySpace cresceu menos (48%), para 5,8 milhões de acessos –caiu da terceira para a quinta posição. MySpace e Facebook são os líderes em acesso de redes sociais no mundo, de acordo com a ComScore –ambos receberam cerca de 115 milhões de visitantes únicos em abril, levando em conta dados mundiais.

Na audiência na América Latina, a consultoria revela o sucesso de redes pouco conhecidos no Brasil. A rede Sonico.com teve 6,2 milhões de acessos em abril, ficando em quarto entre os mais acessados, à frente do MySpace.

Os dados da ComScore indicam um crescimento de 32% no acesso a redes sociais, blogs e fotologs na América Latina. No total, esse tipo de site recebeu 50 milhões de acessos em abril deste ano, uma alta de 32% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Para fazer o levantamento, a consultoria levou em conta os acessos de usuários de mais de 15 anos de idade. O acesso público, como em telecentros, e em aparelhos móveis não foi considerado.

 





14 06 2008




OMS volta atrás e agora vê risco de epidemia de Aids

14 06 2008

OMS agora vê risco de epidemia de Aids

 
Kevin De Cock, diretor da entidade, diz que foi "mal interpretado" e que heterossexuais estão sob ameaça epidêmica
Em entrevista dada para o "Independent", Cock dizia que a epidemia de Aids entre
os heterossexuais não existia mais; jornal nega erro

 
DA REPORTAGEM LOCAL (FOLHA DE S.PAULO)
 
O epidemiologista Kevin M. De Cock, diretor do departamento de HIV/Aids da OMS (Organização Mundial da Saúde), alegou anteontem que foi "mal interpretado" nas declarações que deu ao jornal britânico "Independent", no domingo, em que afirmava que a epidemia global de Aids entre os heterossexuais não existe mais.
No texto, ele havia dito que as estratégias de prevenção de organizações de combate à doença podem ter sido mal focadas. "Enquanto antes era considerado um risco para populações de todo o mundo, reconhece-se hoje que, fora da África subsaariana, o vírus ficou confinado a grupos de alto risco -homossexuais masculinos, usuários de drogas injetáveis, prostitutas e seus clientes."
As declarações foram reproduzidas pela Folha e vários jornais no mundo. O "Independent" diz que a entrevista foi gravada e nega que haja erro. Em nota enviada anteontem à mídia internacional, Cock diz que a reportagem do "Independent" foi equivocada, mas não cita qual foi o erro.
A Folha apurou que as declarações de Cock foram duramente criticadas por representantes de governos e de entidades de defesa dos pacientes com HIV/Aids que participaram nesta semana de uma reunião da ONU para analisar os progressos no combate ao HIV.
Na nota, Cock afirma que a epidemia global de Aids não acabou. "No final de 2007, havia uma estimativa de que 33,2 milhões de pessoas estavam vivendo com HIV/Aids. Cerca de 2,5 milhões de pessoas vão se infectar neste ano e 2,1 milhões vão morrer de Aids. A Aids continua sendo a principal causa de morte na África", afirma.
Cock diz que no mundo o HIV é largamente difundido em relações heterossexuais. Ao "Independent" ele havia dito que, fora da África subsaariana, "é muito improvável que ocorra uma epidemia heterossexual em outros países."
Agora, na nota, ele não fala em epidemia, mas diz que a transmissão heterossexual continua entre profissionais do sexo, seus clientes e parceiros deles. "Além disso, prisioneiros, usuários de drogas injetáveis, homens que fazem sexo com homens também podem estar envolvidos em relacionamentos heterossexuais."
Ele diz que, respectivamente na África subsaariana e no Caribe, quase 60% e 48% dos adultos com HIV/Aids são mulheres. Cock encerra a nota dizendo que a Aids continua sendo a doença infecciosa que mais desafia a saúde global. "Sugerir o contrário é irresponsável e enganoso", disse.
Para o médico-infectologista Caio Rosenthal, a retratação da OMS foi fundamental. "Aquelas declarações representaram um retrocesso para todo trabalho que foi feito até hoje em termos de prevenção."
"Como, de repente, muda toda a epidemiologia da Aids? Agora sim, com a retratação, as coisas voltam para o seu devido lugar", diz o médico.
Segundo ele, as declarações de Cock e suas repercussões "caíram como uma bomba" entre seus pacientes, especialmente mulheres heterossexuais que se infectaram com seus parceiros. (CLÁUDIA COLLUCCI)





II Parada de Itajaí – e 27 a 29 de junho de 2008.

12 06 2008

Segunda Parada GLBTS de Itajaí de 27 a 29 de junho de 2008.

Programação

Dia 27 concurso escolha do gogo boy e drag quenn da parada 2008, DJ Maicon Haran, local Célios Club (Av. beira rio) as 22horas.

Dia 28 palestras com Luiz Mott antropologo da Bahia com o tema mitos e verdades sobre homosexualismo, Tereza Sell escritora Florianopolis com o tema identidade homossexual, Drª Ana Carla com o tema União estável e direitos juridicos.
Local Hotel Marinner Plaza Centro de Itajai as 18 horas

Dia 29 desfile na av Beira Rio concentração as 15 horas em frente a Perdigão começo da av beira rio, desfile até o mecado velho (final da av ) show com Elke Maravilha, Banda Torre de Babel e concurso Top Drag.Término as 23 horas.
Camisetas para dia 27 com ingresso R$ 15,00
Camisetas para domingo dia 29 R$ 10,00
Reservas para palestra e camisetas pelo fone 47 91482774 com Zézinho espero por vcs abraços, se for possível repassem para amigos nos ajudem a divulgar obrigado.

Apoio Glssite.Net





Carta de Brasília

12 06 2008

Carta de Brasília

Os(as) delegados(as) da Conferência Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais aprovaram, na madrugada do dia 9, a Carta de Brasília. A Carta expressa a esperança de um futuro sem preconceito e discriminação.

Carta de Brasília

Nós delegadas e delegados, participantes da Conferencia Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), reunidos em Brasília, entre os dias 5 e 8 de junho de 2008, com o intuito de avaliar e propor estratégias de promoção da cidadania e de combate à violência e a discriminação contra a população LGBT, manifestamos nossa esperança e confiança de conquistarmos um Brasil e um mundo sem nenhum tipo de preconceito e segregação;

Consideramos que o processo de mobilização social e a consolidação de políticas públicas em todas as esferas do Estado são fatores determinantes para a construção de uma sociedade plenamente democrática, justa, libertária e inclusiva;

Para tanto, assumimos o compromisso de nos empenharmos cada vez mais na luta pela erradicação da homofobia, transfobia, lesbofobia, machismo e racismo do cotidiano de nossas instituições e sociedade, e por um Estado laico de fato; 

A humanidade conhece os horrores causados pelas diferentes formas e manifestações de intolerância, preconceito e discriminações praticadas contra idosos, crianças, pessoas com deficiência, bem como por motivações de gênero, raça, etnia, religião, orientação sexual e identidade de gênero;

Contra o segmento LGBT tem recaído, durante séculos, uma das maiores cargas de preconceito e discriminações. Na idade média foram queimados em fogueiras. Durante o reino da barbárie nazista foram marcados com o triangulo rosa e assassinados em campos de concentração e fornos crematórios, juntamente com Judeus, Ciganos e Testemunhas de Jeová. Também nos países ditos do "socialismo real", lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram vitimas de discriminações, preconceito, e condenações, o que mostra que a intolerância e a discriminação extrapolam as barreiras ideológicas e os regimes políticos;

Assim, como os preconceitos foram gerados e alimentados por determinadas condições históricas, é chegado o momento de introduzir no âmago dos valores essenciais da sociedade: a consciência, o respeito e o reconhecimento da dignidade da pessoa humana, em sua absoluta integridade, em superação a comportamentos, atitudes e ações impeditivas ao avanço de conquistas civilizatórias, as quais dedicamos nossos melhores esforços;

No mundo de hoje ainda existem países onde uma pessoa pode ser presa, condenada e morta por sua orientação sexual e identidade de gênero. A ONU reconhece a condição de refugiado político às pessoas que estejam ameaçadas em sua segurança ou integridade em virtude de sua raça, religião, nacionalidade, opinião política ou identificação a certos grupos sociais – onde se incide a orientação sexual e a identidade de gênero, quando expostas a situações de ameaça, discriminação ou violência – circunstâncias características de grave violação de direitos humanos;

Cumpre ao Poder Público (Executivo, Legislativo e Judiciário), o dever do diálogo, entre seus órgãos, e com a sociedade civil, com vistas à convalidação de direitos e à promoção da cidadania LGBT; seja pela ampliação, transversalidade e capilaridade de políticas públicas; pelo aprimoramento legislativo e pelo avanço jurisprudencial que reconheça, no ordenamento constitucional, a legitimidade de direitos e garantias legais reivindicadas pelo público LGBT em suas especificidades;

Nem menos, nem mais: direitos iguais!

É oportuno que o governo brasileiro busque apoio na comunidade internacional para a retomada, junto ao conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), das discussões para a aprovação de uma nova resolução dedicada aos Direitos Humanos e a Orientação Sexual e Identidade de Gênero, a exemplo da Resolução já aprovada na OEA, também apresentada pelo Brasil.

A prática afetivo-sexual consentida entre pessoas do mesmo sexo integra os direitos fundamentais à privacidade e à liberdade. Por isso, o avanço da cidadania LGBT requer o reconhecimento das relações homoafetivas como geradora de direitos, sem discriminação quanto àqueles observados nos vínculos heterossexuais;

Repudiamos toda e qualquer associação entre a promoção de direitos da população LGBT com a criminosa prática da pedofilia e da violência sexual presente na sociedade brasileira, que devem ser tratadas, rigorosamente na forma de lei;

Consideramos que a luta pelo direito à livre orientação sexual e identidade de gênero constitui legítima reivindicação para o avanço dos direitos humanos em nossa sociedade e para o aprimoramento do Estado Democrático de Direito;

Para tanto, solicitamos urgência na criação do Plano Nacional de Direitos Humanos e Cidadania LGBT; o cumprimento dos objetivos do Programa Brasil sem Homofobia e a aprovação dos projetos de lei que criminaliza a homofobia; que reconhece a união civil de pessoas do mesmo sexo e que autoriza a mudança do nome civil das travestis e transexuais pelo seu nome social;

Por isso, nós, participantes da Conferência Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais reivindicamos ao Poder Público (nos três níveis) que se aprofunde esforços, reflexões e ações em prol da consolidação de direitos de toda a comunidade LGBT, a fim de que as futuras gerações possam viver num mundo onde toda modalidade de preconceito e discriminação, motivadas por questões raciais, religiosas, políticas e de orientação sexual e identidade de gênero, estejam definitivamente suprimida do convívio humano.

Brasília 08 de junho de 2008





VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids-Florianópolis, SC de 25 a 28 de junho de 2008.

11 06 2008
O VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids acontecerá em Florianópolis, Santa Catarina, no período de 25 a 28 de junho de 2008.

O tema escolhido para orientar o debate desta sétima edição, “Município-mundo”, tem o objetivo de explorar as diversas dimensões e abordagens entre o global e o local na formulação de respostas ao enfrentamento da epidemia de aids e outras DST.

Diante do cenário atual de globalização, o Congresso quer proporcionar a seus participantes um espaço de reflexão crítica sobre os muitos significados e sentidos que o campo da prevenção construiu nesses anos para compreender e transformar os contextos de risco e vulnerabilidade das pessoas e coletividades. Sentidos esses que se defrontam, hoje, com a intensificação de tendências conservadoras que circunscrevem o campo de prática da prevenção a concepções baseadas na biomedicina, em detrimento de uma abordagem mais integral em relação às experiências da sexualidade e do adoecer. O evento quer, ainda, refletir sobre os desdobramentos e as ressignificações desses sentidos que ocorrem na realidade cotidiana de espaços sociais: o município, a comunidade, o serviço.

O desafio da descentralização da saúde trouxe para o campo de prática da prevenção e da assistência às DST e ao HIV/aids a reflexão sobre a necessidade de se rever processos de gestão, perfis tecnológicos e organização dos serviços da atenção, de modo que venham a contemplar as demandas das pessoas que vivem com HIV/aids e de segmentos populacionais mais vulneráveis, considerando a relação entre universalidade, integralidade e eqüidade. No contexto da descentralização progressiva do Sistema Único de Saúde e com a conseqüente assunção cada vez mais importante da responsabilidade municipal frente à epidemia, a construção da resposta local adquire relevância cada vez maior.

O VII Congresso de Prevenção vem compartilhar com seus participantes, em meio a esse processo de efeitos paradoxais, o desafio da construção de respostas que sejam efetivas, justas e pautadas pelas perspectivas da saúde coletiva e dos direitos humanos.

 
 
Beto Warken