Alemanha planeja criar memorial para vítimas gays do holocausto

31 01 2008
 
Por Redação
30.01.08
 

O Governo da Alemanha anunciou nesta quarta-feira, dia 30 de janeiro, que planeja construir dois novos memoriais em homenagem às vitimas do holocausto: um em memória dos ciganos e o outro em memória dos homossexuais.

O anúncio feito ontém (dia 30/01/08) marca o dia que há 75 anos o ditador Adolf Hitler se tornou chanceler da Alemanha e deu início a sua campanha nazista, que ganhou força e imperou no país até 1945.

"A coisa mais importante é nunca se esquecer para que não se apague a memória do Holocausto – para não punir as gerações futuras alemãs, mas servir como um aviso para nós", afirmou o Rabino Burt Schuman, que lidera a Reforma da Comunidade Judaica da Polônia.

Em 2005 foi inaugurado na Alemanha um grande memorial em homenagem às vitimas do holocausto. O memorial consiste em 2.711 pilares, com alturas que variam de alguns centímetros até 4,7 metros e por entre os quais visitantes podem caminhar. A idéia é reproduzir a sensação de desconforto e solidão, remetendo aos seis milhões de judeus que morreram nas mãos do regime nazista alemão.

 





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30 01 2008

Quarta-Feira, 30 de janeiro de 2008
Brasil – Festa da igualdade, da loucura e do prazer
(Celso Lungaretti)
Família normal?
(Maria Berenice Dias)
Brasil – Campanha da Fraternidade 2008
(RM)
México – Por onde andará Ramona, la Comandanta?
(Nancy Cardoso Pereira)
Brasil – Come-se eucalipto?
(Antônio Mesquita Galvão)
Brasil – José Serra e o caos na saúde pública
(Altamiro Borges)
Como destruir a Amazônia sem sair de casa?
(João Meirelles Filho)
Há alternativas? O Império e o pensar crítico
(Jung Mo Sung)
Para onde estamos fugindo?
(Leonardo Boff)
Brasil – Ação Global do FSM debate Pan-Amazônia em Belém
(Rogério Almeida)


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Versão móvel do YouTube estréia no Brasil

30 01 2008

Terça-feira, 29 de janeiro de 2008 – 18h49

Kátia Arima, da INFO





XXY aborda um tabu

28 01 2008

XXY aborda um tabu

Diretora argentina encara o desafio de tratar do hermafroditismo, um tema quase ausente do cinema. Mas falta uma pitada de ousadia: opção por narrativa lateral, baseada sempre em metáforas e alusões, produz clima opressivo, que contrasta com humanismo da proposta

Bruno Carmelo

Pelo tema espinhoso que tem em mãos, a diretora Lucía Puenzo já prometia um filme polêmico. Como o título sugere, XXY aborda a história de uma adolescente hermafrodita e de seus conflitos identitários.

O filme logo chamou atenção da mídia e dos festivais de cinema (XXY ganhou um prêmio em Cannes e transformou-se no candidato argentino ao Oscar): primeiro, pelo ineditismo de seu tema; segundo, pela abordagem um tanto singular, ao mesmo tempo leve e agressiva.

A leveza é percebida no lado poético da abordagem. Lucía Puenzo não tem a menor intenção de construir uma obra de denúncia social ou de defesa das minorias. Ela prefere um tratamento mínimo, cheio de metáforas e alusões. Por exemplo, nunca se fala em “hermafroditismo” no filme, mas faz-se referências: “eu tenho os dois”, diz Alex a um amigo; enquanto as bonecas na sua prateleira têm pênis postiços feitos de cigarros.

Deste modo, opta-se por não abordar o assunto de frente, o que se encaixa na ótica confusa da adolescente em questão. Quando alguém menciona sexualidade perto de Alex, ela se levanta e vai embora, revoltada. Esse é o desfecho de mais de meia dúzia de cenas; de onde conclui-se que ela não quer ouvir falar de escolhas sexuais nem cirurgias reparatórias, e o filme também não.

O conteúdo das imagens busca sempre a natureza, a beleza da praia onde mora Alex e sua família. É nesse momento, no entanto, que o tratamento poético do tema entra em conflito com uma postura muito mais agressiva, mais explícita, a começar pela fotografia escolhida, que prefere mostrar um céu sempre carregado, as pessoas que ficam na casa sombria e sussuram entre si, as noites invariavelmente chuvosas… enquanto insiste na naturalidade da condição de Alex, XXY carrega num tom sinistro, de mistério e segredo.

É difícil ser leve sobre assunto tão grave; é difícil dar peso ao que deveria ser tratado, enfim, como algo normal

Mesmo as metáforas, por fim, podem ter efeito inverso: ao invés de garantirem a leveza, elas determinam a onipresência claustrofóbica do tema. Não há uma cena sequer de toda a narrativa que não esteja relacionada à sexualidade, e as simbologias se multiplicam às centenas para garantir as alusões. O pai de Alex, por exemplo, é apresentado como biólogo numa cena única em que opera uma tartaruga que perdeu uma barbatana, em alusão clara à mutilação genital. A mãe de Alex é a mulher que investiga sobre cirurgiões especializados em reconstruções do sexo enquanto, na cozinha de casa, ela pica uma cenoura (mostrada em detalhe, num claro símbolo fálico) e corta acidentalmente o dedo (novamente a mutilação).

Todos os personagens são determinados em função dessa anomalia e de seu grau de proximidade com ela. Pode-se dizer que XXY é um filme sobre hermafroditismo, e não sobre uma hermafrodita. Não sabemos o que Alex pensa, quais seus gostos e desgostos, seus planos, suas atividades… sabemos unicamente de sua anatomia singular.

Constrói-se, por fim, um número tão grande de metáforas e alusões de leveza que elas tornam-se excessivas, pesadas, explícitas. Enquanto muitas imagens surpreendem pelo humanismo do tratamento, o conjunto parece opressivo. Isso mostra, acima de tudo, uma dificuldade enorme de se abordar um tabu no cinema, de pôr em imagens (necessariamente referenciais e carregadas de uma idéia de “verdade”) o que fere já em discurso. É difícil ser leve sobre um assunto tão grave; é difícil dar peso ao que julgamos que deveria ser tratado, enfim, como algo normal. Mas cabe justamente a esses raros filmes sobre hermafroditismo, pedofilia e sexo explícito investigarem o terreno, pesquisarem os limites e as possibilidades de representação no cinema.

XXY (2007)
Dirigido por Lucía Puenzo.
Com Inés Efron, Martín Piroyansky, Ricardo Darín.
Distribuído por Pyramide Distribution
Duração de 1h31.
 
Fonte:Le Monde Diplomatique: http://diplo.uol.com.br/2008-01,a2167




28 01 2008





28 01 2008





Without RESPECT for the deaths!

25 01 2008

———- Forwarded message ———-
From: J.P. * (via Multiply) <noreply@multiply.com>
Date: 24/01/2008 22:34
Subject: Without RESPECT for the deaths!
To: warken@floripa.com.br

J.P. * has posted a new blog entry.

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Blog Entry Without RESPECT for the deaths! Jan 24, '08 9:30 PM
for everyone

 Gay-hater Phelps in action by funeral Ledger

The homofobe minister Fred Phelps and its supporters an anti plan-gay protest on the funeral of Heath Ledger, that yesterday deaths in an apartment in New York found became. 

The Westboro Baptist Church of Phelps says that Ledger a pervert was because he a homosexual cowboy played in Brokeback Mountain.  The group maintains that the passed away Hollywoodacteur God ridiculed and that God its 'disgusting' film hate.  The religious of WBC its of it convinced that Ledger an eternal punishment looks forward in the shrill. 

The church of Phelps stands especially known through the disturbing of funerals of passed away soldiers that in Iraq or Afghanistan be perished.  They consider that if a punishment of God because America homosexuality tolerates. 

 

 

warken

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Al Gore doesn’t understand the threat to heterosexual marriage.

25 01 2008

In a video being passed around the Internet, Gore says: "Gay men and women ought to have the same rights as heterosexual men and women – to make contracts, to have hospital visiting rights, to join together in marriage, and I don't understand why it is considered by some people to be a threat to heterosexual marriage."

Fonte em Inglês: http://www.topix.net/news/gay/2008/01/al-gore-doesnt-understand-the-threat-to-heterosexual-marriage  





Reuniões para a Conferência GLBTT – SC – participe você de SC

25 01 2008
Prezadas e Prezados Colegas
 
Haja vista a necessidade de formação de um grupo de debate diante da solicitação do Governo Federal, do Movimento Brasil sem Homofobia, para a realização do 1o. Congresso Brasileiro GLBTT a realizar-se em Brasilia, no mês de maio próximo, haverá a necessidade de que a sociedade civil organizada e o governo deste estado enviem um número de representantes para a Conferência Nacional. Este número equivale a 23 representantes.
 
Por isso, estamos socilitando que as entidades que ainda não se cadastraram em nossa lista eletrônica para a troca de documentos o façam acessando o endereço que segue: http://br.groups.yahoo.com/group/conferenciaglbts_sc/  .
 
Após feita a associação a lista, solicitamos que você leia os documentos que estão na pasta ARQUIVOS e leiam as mensagens já circuladas.
 
Aproveitamos para reiterar as pessoas e entidades já cadastradas que convidem lideranças GLBTT para participarem desta mesma lista, OSCIPS, personalidades em atividade e que estejam lidando com o Terceiro Setor, ou Movimento LGBTTT de SC de alguma forma, como representantes de sites que apoiem o Movimento Homossexual Brasileiro – MHB dentre outros.
 


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Escolas reclamam de alunos que copiam Google

24 01 2008

Segunda-feira, 21 de janeiro de 2008 – 10h24
LONDRES – Mais de metade dos professores entrevistados em uma pesquisa britânica disseram acreditar que trabalhos plagiados da internet representam um problema.
Alguns estudantes que copiam textos encontrados no Google, afirmam, são tão preguiçosos que nem mesmo apagam os anúncios que acompanham os textos que eles recortam e colam.
A pesquisa da Association of Teachers and Lecturers (ATL) distribuiu aos professores britânicos um questionário de pesquisa, e os resultados indicam que 58% deles encontraram casos de plágio em trabalhos de alunos de segundo grau.
Gill Bullen, do Itchen College, em Southampton, por exemplo, disse que dois alunos apresentaram o mesmo trabalho, “e, aliás, significativamente melhor do que qualquer um dos dois poderia ter realizado.”
“Não apenas isso”, acrescentou: “Os trabalhos não respondiam à pergunta que propus.”
Um professor de Leeds comentou que “havia um trabalho tão flagrantemente ´copiado e colado´ que incluía até os anúncios da página de web”.
Connie Robinson, do Stockton Riverside College, em Stockton on Tees, disse que “no caso dos estudantes menos habilidosos é fácil perceber plágios, já que o estilo do texto tende a mudar no meio do trabalho, mas no caso dos mais capacitados os professores ocasionalmente têm de pesquisar na internet a fonte do plágio”.
Mary Bousted, secretária geral da ATL, disse que “os professores têm de revirar uma montanha de cópias e é difícil determinar se os trabalhos são obra dos alunos ou plágios”.
Ela pediu medidas rigorosas de combate ao plágio, e quer ajuda dos conselhos que organizam os exames educacionais britânicos e do governo, em forma de recursos e de técnicas que ajudem a desvendar as trapaças.
Os 58 por cento de professores que consideram que o plágio é um problema estimaram que mais de um quarto dos trabalhos entregues pelos alunos incluem plágios.
Mas há quem discorde. Diana Baker, do Emmanuel College, em Durham, disse acreditar “que a maioria dos estudantes que se envolvem em plágios o fazem mais por ignorância do que por vontade de trapacear”.
“Eles realmente prefeririam ter sucesso por méritos próprios”, comentou.

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012008/21012008-2.shl
Reuters