30 maio 2007-80% dos soropositivos no mundo em desenvolvimento não sabem do HIV
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Direitos humanos são profundamente desrespeitados no Brasil
30 05 2007ADITAL
Considero importante a notícia conforme anúncio da UNESCO.
Roberto Warken – www.warken.floripa.com.br
Direitos humanos são profundamente desrespeitados no Brasil
Fonte Adital -
A Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Econômicos
e Culturais divulgou na manhã de hoje o Informe 2006 do Projeto Relatores
Nacionais em (DhESCA), que traz o resultado do monitoramento da efetivação
dos direitos humanos no país. O panorama nas áreas pesquisas (alimentação,
educação, saúde, moradia e trabalho) ainda é preocupante no País.
A falta de uma política de educação para a população repercute, como aponta
o estudo, em forma de desrespeito aos direitos humanos. Mesmo reconhecendo a
Lei de Diretrizes e Bases como tendo um conteúdo que oriente em direção à
educação inclusiva, o estudo aponta que "os desdobramentos da LDBEN, no
entanto, não foram plenamente incorporados ao quadro legal que orienta mais
diretamente as responsabilidades do poder público com o atendimento
educacional sob a ótica do direito a grupos específicos até então
excluídos".
No campo ambiental, os pesquisadores concluíram que nada menos que 15 mil
áreas em todo o país apresentam alto risco ambiental direto a pelo menos 1,3
milhões de pessoas. Além destes, cujos malefícios em caso de confirmação das
tenebrosas previsões, o estudo apurou que a população brasileira está
adoecendo mais principalmente por causa da poluição do ar, do solo e da
água. "As denúncias de contaminações ambientais com vítimas humanas surgem
como uma ponta de iceberg desse contexto mais geral. Alguns são casos agudos
e outros casos crônicos ainda não solucionados", concluem os estudiosos.
Como alternativa para controlar o avanço dos prejuízos ao meio-ambiente, "a
construção de uma tipologia das violações nesse contexto mais amplo será
útil para orientar segmentos sociais na organização de seus direitos;
governamentais, para execução de políticas públicas que garantam os direitos
humanos".
No que diz respeito ao direito à moradia digna, o estudo aponta que mesmo
com a maior atenção destinada ao tema, "a participação do Poder Judiciário
tem se dado de forma tímida e isolada na defesa do direito humano à moradia
digna", relatando que "em grande parte dos casos em que há sentença para
execução dos despejos os juízes autorizam o uso de força policial e não
avaliam o cumprimento do princípio da função social da propriedade e da
posse, face às ações de reintegração propostas em áreas ocupadas por
famílias de baixa renda.
O Poder Judiciário, em sua maioria, não se sensibiliza diante das carências
sociais ao não visualizar a dimensão do problema social em questão e não
busca conciliar ou intermediar as negociações para evitar o despejo violento
e arbitrário".
O poder público também se mostra implacável, conforme o estudo, no
atendimento às necessidades de saúde. "É possível observar graves indícios
de falta de acesso aos serviços de saúde e desumanização no atendimento",
aponta a pesquisa. "Há indícios de privatização das ações básicas de saúde,
há indícios de um caminho transverso para privatizar os serviços de segundo
e terceiro níveis mediante os mutirões, há falta de atendimento no segundo e
terceiro níveis de atenção", critica.
Sem contarem com acesso amplo à Justiça e sem a devida fiscalização dos
órgãos competentes, os trabalhadores brasileiros ainda têm de se expor a
jornadas de trabalhos extenuantes, em condições insalubres e a rendimentos
baixíssimos. Para mulheres e crianças, a exploração se manifesta ainda em
forma de assédio moral e exploração sexual.
Para ler o informe completo, clique aqui
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A campanha ECOSOC – ABGLT, RFSL y FELGT
30 05 2007Obrigado por ler!
warken@floripa.com.br
http://www.warken.floripa.com.br
Celular:+55 (48) 99811278
Florianópolis – SC – Brasil
18 de maio de 2007 – Nova York, E.U.A. O Comitê das Nações Unidas sobre ONGs (organizações não-governamentais) votou, recomendando a negação do status ECOSOC à federação GLBT sueca RFSL e adiou o exame de duas outras federações nacionais GLBTs: a FELGT da Espanha e a ABGLT do Brasil.
Mais informação
A ABGLT – Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – representada no Comitê das ONGs da ONU por Toni Reis e Beto de Jesus – respondeu as questões levantadas por Egito, Quatar, Paquistão, Sudão, Burundi, Guiné e Colômbia.
“Percebe-se nitidamente que as perguntas são estratégias e que pode-se infinitamente ficar perguntando tudo o que se quiser, mas não se vai ao ponto. Não dirão diretamente que tentam negar o Status do ECOSOC pelo fato de sermos gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais”.
Mais informação
Em 2005 e 2006, a ILGA iniciou uma campanha para que um número maior de grupos LGBT solicitasse status de ECOSOC; em outras palavras, o direito de entrar nas Nações Unidas e falar em seu próprio nome.
Mais informação
http://www.ilga.org/news_results.asp?LanguageID=5&FileID=990&FileCategory=45&ZoneID=28
Você pode também ler
Em 2007, 85 estados membros das Nações Unidas ainda criminalizam as relações sexuais consensuais entre adultos do mesmo sexo
http://www.ilga.org/news_results.asp?LanguageID=5&FileID=1065&FileCategory=45&ZoneID=28
Stephen Barris & Patricia Curzi
ILGA
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Ambientebrasil – 30/05/2007
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PARÁ – MOVIMENTO GLBT GANHA FORÇA NO ESTADO
29 05 2007As duas leis a que se referiu o coordenador do Movimento GLBT, são: a lei nº6971 que dispõe sobre a proibição de benefícios fiscais e financiamentos a empreendimentos comerciais, industriais ou de serviços que discriminem cidadãos quanto a sua orientação sexual; e a Emenda Constitucional nº20 de 17 de junho de 2003, que dá nova redação ao inciso IV do art 3º da constituição do Estado do Pará , incluindo o termo orientação sexual no texto “promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, orientação sexual, cor idade e qualquer outra forma de discriminação”, ambas de autoria da ex-deputada estadual Sandra Batista (Pç do B).
O movimento GLBT marcou outro ponto com o governo local. Dias 12 e 13 de junho, no Auditório do Centro Integrado de Governo, ocorrerá um seminário que reunirá integrantes do movimento com todas as Secretarias de Governo, para discutir o Plano Estadual de Combate a Homofobia e políticas afirmativas para Comunidade GLBT do Estado.
Os organizadores esperam reunir 300 mil pessoas este ano.
Estima-se que 50 mil turistas estejam na cidade para o evento.
DIA 30 DE JUNHO MARITUBA
DIA 01º DE JULHO SANTARÉM
DIA 20 DE JULHO SOURE (ILHA DO MARAJÓ)
DIA 27 DE JULHO SANTAREM
DIA 16 DE SETEMBRO BRAGANÇA
COR 3288-4350
GHP 3246-2281
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28 05 2007
A partir das “17:00″ hs
CHEGUE CEDO E ENTRE NO CLIMA DO ARRAIÁ
ATRAÇÕES:
- GRUPO ENTRE ELAS
- DJS CONVIDADOS: BINHO C.A e MÁRCIO
- DJ PATY LAUS (tocando de tudooo!!!)
+ PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO
(cachorro quente, churrasquinho, pinhão, quentão,
Guloseimas, crep, salgados, doces, pipoca, algodão
doce e etc…)
* PESCARIA
* CADEIA DO AMOR
* FOGUEIRA
* BRINCADEIRAS E MUITO MAIS!!!!
* CONCURSO DO MELHOR CASAL CAIPIRA
R$ 8,00 ANTECIPADO + 1 KL DE ALIMENTO
R$ 8,00 NA HORA C/ FANTASIA + 1 KL DE ALIMENTO OU
R$ 10,00 NA HORA + 1 KL DE ALIMENTO
(VALOR JÁ COM ESTACIONAMENTO E SEGURANÇA)
LOCAL: ASSOCIAÇÃO DA EPAGRI
RODOVIA ADEMAR GONZAGA, 1347
ACESSO PELA CIDASC- BAIRRO ITACORUBI
INGRESSOS LIMITADOS, GARANTA JÁ O SEU.
INFORMAÇÕES: (48) 99120116- FERNANDA
http://www.babalufestas.com.br/
fernandafpeixoto@hotmail.com
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Boletim DST-AIDS
28 05 2007![]() |
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| 28 de Maio de 2007 | ||
| DST e aids nos jornais | ||
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A saúde em novo modelo de desenvolvimento Eis o descompasso entre as necessidades de saúde dos países menos desenvolvidos e a base econômica e de inovação mundial… |
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Pesquisa em Belo Horizonte revela que maioria de homossexuais seriam voluntários em testes de vacinas Um pesquisa realizada pelo Projeto Horizonte, da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte mostra que maioria de homossexuais participariam de pesquisas de vacinas anti-HIV. |
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Uma nova aliada Salvo as doenças provocadas por fungos, vírus e bactérias ou por causas genéticas, acidentais e abusivas contra a saúde, as demais têm sua origem na mente humana, inclusive casos de câncer. |
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Situação precária na fronteira Problemas: a situação mais precária continua sendo na área de saúde, há incidência de Malária, Hepatite e DST/AIDS nas aldeias, principalmente nas fronteiras (Foto: AGÊNCIA BRASIL) |
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Recuo da Tailândia na quebra de patente pode prejudicar Brasil Avaliação de país asiático é que a retaliação norte-americana causaria mais perdas do que ganho com medicamento genérico… |
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Ancelmo Gois Como evitar filhos Lula lança esta semana um ousado programa de planejamento familiar, voltado para a saúde da mulher… |
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Bancada mineira é contra legalização BRASÍLIA ? Se depender dos senadores e deputados federais que representam Minas no Congresso Nacional, o aborto não será legalizado no Brasil. Pelo menos nesta legislatura. |
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Polêmico, prazer coletivo atiça casais Eles buscam satisfação sexual, novas aventuras e o fim da rotina no relacionamento íntimo com mais pessoas |
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Abia e iavi apresentam quadro sobre vacinas e métodos de prevenção em treinamento em São Paulo O último dia do “Treinamento Nacional de Vacinas Anti-HIV” teve como destaque na manhã deste sábado (26) as apresentações do presidente da Abia, Veriano Terto, e do representante da Iavi, Alexandre Me… |
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Editais para pesquisa em HIV (Responsabilidade Social) Estão abertas as inscrições para instituições de ensino e pesquisa governamentais ou não-governamentais que têm interesse de realizar pesquisas epidemiológicas, clínicas… |
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Farmacêuticas pediram que o Brasil ficasse na lista da pirataria dos EUA O relacionamento entre a Merck e o governo brasileiro vem se deteriorando há tempos. No início do ano, o laboratóri… |
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Secretaria oferece terapias alternativas, como shiatsu O programa Sempre Mulher da Secretaria de Saúde de Catanduva, direcionado à prevenção e tratamento do câncer de mama, vai incorporar novas terapias para complementar a rotina de atendimentos. |
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Ação contra pombos Prefeito envia ao Jurídico documentos sobre contaminação de fezes de aves da Praça das Bandeiras para início de ação |
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Lazer, esporte e saúde mobilizam jovens e adultos A TV Verdes Mares, em parceria com o Sesi, realizou ação em prol da qualidade de vida, o Esporte Cidadania… |
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Aborto e eutanasia são crimes Duas discussões sobre a vida entraram em pauta no País. Em ambas, há a indispensável controvérsia e a necessidade de um amplo debate na sociedade… |
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Expansão programada (Nomes marcas & Negócios) O mercado publicitário oscila com muita freqüência. Agências aumentam suas estruturas com a mesma facilidade com que as reduzem. |
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Garantir bom atendimento na saúde tem sido desafio Garantir um setor de saúde que atenda a contento aos moradores do município é uma das metas constantes da prefeitura de Canguaretama. |
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SMS leva exposição itinerante de Humor em DST/Aids para a UNIT |
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| Para não receber mais este informativo acesse http://www.aids.gov.br |
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OS HOMOSSEXUAIS E SUAS RESPOSTAS MOBILIZADORAS
26 05 200722 a 28 de maio de 2007 Nº 387
OS HOMOSSEXUAIS E SUAS RESPOSTAS MOBILIZADORAS
Aconteceu em São Paulo, nos dias 18 e 19 de maio, um encontro promovido por duas filiadas da Abong: o Grupo Pela Vidda/SP e a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), ONGs históricas, precursoras do movimento de luta contra a Aids no Brasil. O seminário “Homossexuais e Aids no Brasil: esquecer ou enfrentar?” foi chamado diante da gravidade da epidemia entre os gays, que está sendo negligenciada no Brasil nos últimos anos; das poucas ações em curso; da alta incidência do HIV/Aids; e da grande vulnerabilidade desta população.
Mas como redefinir uma política pública de prevenção e controle do HIV/Aids junto aos homossexuais, sem permitir o retorno da discriminação contra este grupo?
O desafio reuniu pessoas e organizações não-governamentais de vários Estados do País, com diversas trajetórias, experiências e campos de atuação. Chama a atenção que o encontro foi além de atingir o propósito de discussão de um problema de saúde pública, foi além de propor novas medidas para conter o recrudescimento da Aids entre os homossexuais. Tratou-se de um momento de diálogo franco e de uma nova aliança estratégica entre dois movimentos sociais, que têm se destacado nos últimos tempos no Brasil: as ONGs de combate à Aids e as ONGs do movimento GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros).
Ao lado de gestores/as públicos/as das três esferas de governo, a retomada de uma pauta conjunta deu clara demonstração de como potencializar respostas comunitárias que guardam afinidades entre si, de como unir esforços e histórias comuns de engajamento.
Partiu-se da autocrítica de que os homossexuais ocuparam até agora um espaço ambíguo no cenário da Aids no Brasil: contribuíram para a formação de um movimento comunitário forte, mas não conseguiram impor como terreno permanente de intervenção da sociedade civil e como agenda governamental prioritária a sua própria vulnerabilidade diante da infecção pelo HIV.
Todos/as falam das peculiaridades, do exemplo e da força do movimento de Aids no Brasil, assim como dos méritos da resposta governamental, atribuída, em grande parte, à mobilização da sociedade civil. Mas quase nunca há o reconhecimento público aos homossexuais, que desde o surgimento da Aids, na década de 1980, foram os primeiros a combater o terror com que a doença era tratada (chamada até de “câncer gay”) pela mídia e pelo meio médico.
Foi mesmo devastador o impacto da epidemia junto à comunidade homossexual, pois além do grande número de infectados e de mortos, via-se reforçado o preconceito em relação à orientação sexual e a supostos comportamentos “desviantes”.
Os primeiros ativistas eram homossexuais diretamente afetados, movidos pelo medo de morrer, pela imposição da morte civil e pela dor da perda de amigos, e companheiros. Logo fizeram da defesa dos direitos e da dignidade das pessoas vivendo com HIV e Aids a causa mobilizadora das suas ações.
Isso permitiu a rápida ampliação da base social do movimento, despertou o interesse de outras pessoas interessadas na luta contra a Aids, que passou a atingir todos e todas, sem distinção; favoreceu a abertura das associações para grupos e outros movimentos (usuários/as de drogas, profissionais do sexo, mães e crianças HIV-positivas, negros/as, mulheres, etc.).
Boa parte das ONGs/Aids no Brasil foram criadas e são até hoje lideradas por homossexuais. Credita-se aos gays o conceito e a prática do sexo mais seguro, dentre outras relevantes contribuições.
Ao longo do tempo, as ONGs contribuíram na conscientização da comunidade homossexual para a mudança de comportamento conducente à prevenção. A este trabalho é atribuída a suposta diminuição da incidência da infecção pelo HIV nesta população, ainda que já existam evidências de um “rebote” da epidemia, sobretudo junto às novas gerações de homossexuais.
Em outra frente, destaca-se a história recente do movimento GLBT, que investiu na formação de novos grupos, na capacitação de ativistas, na luta contra a homofobia, nas ações de visibilidade pela inclusão e na defesa dos direitos humanos.
É inquestionável a relevância, por exemplo, das Paradas do Orgulho GLBT e da aprovação de leis contra o preconceito por orientação sexual, além da implantação de serviços para denúncias sobre atitudes de violência e discriminação. A criação do programa interministerial “Brasil sem Homofobia”, que ainda não se materializou totalmente em ações práticas, é outra resposta ao movimento organizado empenhado na promoção da “cidadania homossexual.”
Neste recente encontro realizado em São Paulo, ficou assim combinado: os movimentos homossexual e de luta contra a Aids, assim como as esferas governamentais, envidarão esforços conjuntos para construir uma nova agenda pública de enfrentamento de um problema identificado pela sociedade civil. Se der certo, mais uma vez os homossexuais estarão à frente de uma bela história de mobilização e de democracia social no país. (M.S.).
Os resultados do encontro podem ser conferidos nos sites do Grupo Pela Vidda www.aids.org.br, da Abia www.abiaids.org.br e da Abong www.abong.org.br box Artigos e debates.
__._,_.___
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Mude sua energia …
25 05 2007
Toda vez que um pensamento negativo vier à sua mente, troque-o por outro. Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso da noite para o dia. Assim como um atleta, treine muito. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo. Quando você reclama, tal qual um imã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos. Não existe culpa, existe responsabilidade. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-os. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize-se com gente positiva e alto astral. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e quando tiver vontade de explodir conte até dez. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, no passado. Aproveite o aqui e o agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer ser vivido. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças. (o que você deve fazer de fora para dentro) Sempre que puder vá à praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental e toda a carga negativa estão indo por água abaixo. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Ou escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal grosso para se “descarregar”. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como um relaxante natural. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de fazer nos sentirmos vivos, aflora a nossa emoção e abre o nosso canal com a alegria. Prefira fazê-lo na sua casa e aproveite para meditar, respirar profunda e pausadamente, como se fosse uma ginástica mental. A mente também precisa de exercícios. Muitas sensações de conforto se originam num simples ato de inspirarmos delicadamente fragrâncias sutis e agradáveis. Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Tem efeito revigorante para qualquer ser humano. Conheça novos lugares e novas pessoas periodicamente. Viva a vida!
1. Pense sempre de forma positiva.
2. Não tenha medo de nada e nem de ninguém.
3. Não se queixe.
4. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário.
5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano.
6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas.
7. Viva o presente.
Estratégias Físicas
1. A água purifica.
2. Ande descalço quando puder, na terra de preferência.
3. Mantenha contato com a natureza, tenha em sua casa um vaso de plantas, pelo menos.
4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar.
5. Queime um incenso de vez em quando e purifique o seu ambiente.
6. Sinta o aroma das flores e dos perfumes sempre que tiver uma oportunidade.
7. Liberte-se!
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Projeto que pune preconceito contra homossexuais motiva debate acalorado
25 05 2007Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/agenciagls/vien.asp?NewsID=6775
Projeto que pune preconceito contra homossexuais motiva debate acalorado
Rosas brancas colocadas sobre a bancada dos senadores na Comissão de
Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) – levadas por militantes
da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e
Transexuais (ABGLT) – inspiraram o tom pacífico, mas acalorado, da audiência
pública para instruir a votação de projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que
torna crime a discriminação contra homossexuais. Convidados e parlamentares
se dividiram entre opiniões favoráveis e contrárias à proposta, mas se
uniram em torno da rejeição a qualquer tipo de preconceito baseado na opção
sexual das pessoas.
Embora a procuradora da República Lívia Nascimento aponte a adequação do
projeto às normas da Constituição Federal, criticou o rigor das penas
propostas, que podem chegar a até cinco anos de reclusão. Crítica idêntica
foi feita pelo advogado Paulo Melo da Costa, que, ao contrário de Lívia,
entretanto, considerou o projeto inconstitucional por conferir mais direitos
aos homossexuais que ao restante da população.
Em contrapartida, o representante da Secretaria de Direitos Humanos da
Presidência da República, Ivair Augusto dos Santos defendeu sua aprovação,
observando que os homossexuais convivem rotineiramente com a discriminação e
a violência. Em um depoimento pessoal, a cineasta Tizuka Yamasaki, que tem
um filho homossexual, ponderou que a proximidade afetiva tem o poder de
cortar a barreira da discriminação.
Após enfatizarem sua posição contrária a atos discriminatórios contra
homossexuais, representantes de católicos e evangélicos defenderam a
rejeição do projeto. Além de inconstitucional, o projeto atentaria contra a
liberdade de opinião, segundo o assessor da Conferência Nacional dos Bispos
do Brasil (CNBB) Paulo Leão. O mesmo ponto de vista foi compartilhado pelo
reverendo Guilhermino Cunha, para quem a livre de manifestação de afeto
pelos homossexuais em locais públicos, como garante o projeto, fere a
Constituição e o Código Penal.
O professor universitário Jean Willys de Matos Santos (ex-Big Brother),
defendeu a aprovação do projeto e disse ser necessária, sim, uma lei que
puna severamente o homofóbico. Segundo o mestre em Direito Penal Evandro
Piza, autor de parecer pela AGBLT sobre o projeto, a liberdade de expressão
está preservada na proposta.
Senadores
Favorável à proposta, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) sustentou que as
desigualdades não serão superadas se as diferenças não forem encaradas com
fraternidade e respeito. Para a senadora Patrícia Saboya (PSB-CE), quem
discrimina homossexuais deve ser punido com rigor. Também se declararam a
favor da matéria os senadores Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) e Serys
Slhessarenko (PT-MT), para quem é preciso obrigar as pessoas a se
manifestarem sobre o homossexualismo com responsabilidade.
Contrário à aprovação do projeto na forma atual, o senador Marcelo Crivella
(PRB-RJ) defendeu a revisão de alguns pontos a partir de negociação entre as
partes. Na opinião do senador Wilson Matos (PSDB-PR), o projeto cria
privilégios e promove uma desproporção nas penas. O senador Magno Malta
(PR-ES) também avalia a proposta como draconiana e vê vícios de
constitucionalidade na mesma.
Relatora da matéria na CDH, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) destacou as
contribuições dos expositores para a elaboração de seu parecer e observou
que o respeito às diferenças é a melhor forma de amar o outro. O presidente
da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), considerou possível construir um grande
entendimento em torno do projeto. Já o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) quer
ouvir sobre o assunto o vice-procurador geral do trabalho Otávio Brito
Lopes, que fiscaliza atos que atentem contra a dignidade do trabalhador.
Comissão de Direitos Humanos debate projeto que torna crime discriminação
contra homossexuais
O debate foi marcado por opiniões divergentes, aplausos, vaias e protestos.
(Larissa Bortoni – 02'29")
Com Agências
__._,_.___
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