30 maio 2007-80% dos soropositivos no mundo em desenvolvimento não sabem do HIV

30 05 2007
Ouça esta notícia diretamente da ONU
 
 
 

 




Direitos humanos são profundamente desrespeitados no Brasil

30 05 2007

ADITAL
Considero importante a notícia conforme anúncio da UNESCO.
Roberto Warken – www.warken.floripa.com.br

Direitos humanos são profundamente desrespeitados no Brasil

Fonte Adital -
A Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Econômicos
e Culturais divulgou na manhã de hoje o Informe 2006 do Projeto Relatores
Nacionais em (DhESCA), que traz o resultado do monitoramento da efetivação
dos direitos humanos no país. O panorama nas áreas pesquisas (alimentação,
educação, saúde, moradia e trabalho) ainda é preocupante no País.

A falta de uma política de educação para a população repercute, como aponta
o estudo, em forma de desrespeito aos direitos humanos. Mesmo reconhecendo a
Lei de Diretrizes e Bases como tendo um conteúdo que oriente em direção à
educação inclusiva, o estudo aponta que "os desdobramentos da LDBEN, no
entanto, não foram plenamente incorporados ao quadro legal que orienta mais
diretamente as responsabilidades do poder público com o atendimento
educacional sob a ótica do direito a grupos específicos até então
excluídos".

No campo ambiental, os pesquisadores concluíram que nada menos que 15 mil
áreas em todo o país apresentam alto risco ambiental direto a pelo menos 1,3
milhões de pessoas. Além destes, cujos malefícios em caso de confirmação das
tenebrosas previsões, o estudo apurou que a população brasileira está
adoecendo mais principalmente por causa da poluição do ar, do solo e da
água. "As denúncias de contaminações ambientais com vítimas humanas surgem
como uma ponta de iceberg desse contexto mais geral. Alguns são casos agudos
e outros casos crônicos ainda não solucionados", concluem os estudiosos.

Como alternativa para controlar o avanço dos prejuízos ao meio-ambiente, "a
construção de uma tipologia das violações nesse contexto mais amplo será
útil para orientar segmentos sociais na organização de seus direitos;
governamentais, para execução de políticas públicas que garantam os direitos
humanos".
No que diz respeito ao direito à moradia digna, o estudo aponta que mesmo
com a maior atenção destinada ao tema, "a participação do Poder Judiciário
tem se dado de forma tímida e isolada na defesa do direito humano à moradia
digna", relatando que "em grande parte dos casos em que há sentença para
execução dos despejos os juízes autorizam o uso de força policial e não
avaliam o cumprimento do princípio da função social da propriedade e da
posse, face às ações de reintegração propostas em áreas ocupadas por
famílias de baixa renda.

O Poder Judiciário, em sua maioria, não se sensibiliza diante das carências
sociais ao não visualizar a dimensão do problema social em questão e não
busca conciliar ou intermediar as negociações para evitar o despejo violento
e arbitrário".

O poder público também se mostra implacável, conforme o estudo, no
atendimento às necessidades de saúde. "É possível observar graves indícios
de falta de acesso aos serviços de saúde e desumanização no atendimento",
aponta a pesquisa. "Há indícios de privatização das ações básicas de saúde,
há indícios de um caminho transverso para privatizar os serviços de segundo
e terceiro níveis mediante os mutirões, há falta de atendimento no segundo e
terceiro níveis de atenção", critica.

Sem contarem com acesso amplo à Justiça e sem a devida fiscalização dos
órgãos competentes, os trabalhadores brasileiros ainda têm de se expor a
jornadas de trabalhos extenuantes, em condições insalubres e a rendimentos
baixíssimos. Para mulheres e crianças, a exploração se manifesta ainda em
forma de assédio moral e exploração sexual.

Para ler o informe completo, clique aqui

http://www.adital.com.br/banners/pt/dh_informe2006.pdf





A campanha ECOSOC – ABGLT, RFSL y FELGT

30 05 2007
Para seu conhecimento.
______________________________
Obrigado por ler!
 
ROBERTO WARKEN
warken@floripa.com.br
http://www.warken.floripa.com.br
Celular:+55 (48) 99811278
Florianópolis – SC – Brasil
 
 
—– Original Message —–
Sent: Wednesday, May 30, 2007 12:30 PM
Subject: A campanha ECOSOC – ABGLT, RFSL y FELGT
Continua tendência discriminatória nas Nações Unidas já que o Comitê das ONGs falha ao recomendar o status consultivo com ECOSOC para três federações nacionais na defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e dos Transgêneros.
 
18 de maio de 2007 – Nova York, E.U.A. O Comitê das Nações Unidas sobre ONGs (organizações não-governamentais) votou, recomendando a negação do status ECOSOC à federação GLBT sueca RFSL e adiou o exame de duas outras federações nacionais GLBTs: a FELGT da Espanha e a ABGLT do Brasil.

Mais informação
http://www.ilga.org/news_results.asp?LanguageID=5&FileID=1080&FileCategory=32&ZoneID=28
A ABGLT – Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – representada no Comitê das ONGs da ONU por Toni Reis e Beto de Jesus – respondeu as questões levantadas por Egito, Quatar, Paquistão, Sudão, Burundi, Guiné e Colômbia.

“Percebe-se nitidamente que as perguntas são estratégias e que pode-se infinitamente ficar perguntando tudo o que se quiser, mas não se vai ao ponto. Não dirão diretamente que tentam negar o Status do ECOSOC pelo fato de sermos gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais”.

Mais informação
http://www.ilga.org/news_results.asp?LanguageID=5&FileID=1068&FileCategory=45&ZoneID=26

Em 2005 e 2006, a ILGA iniciou uma campanha para que um número maior de grupos LGBT solicitasse status de ECOSOC; em outras palavras, o direito de entrar nas Nações Unidas e falar em seu próprio nome.

Mais informação
http://www.ilga.org/news_results.asp?LanguageID=5&FileID=990&FileCategory=45&ZoneID=28

Você pode também ler
Em 2007, 85 estados membros das Nações Unidas ainda criminalizam as relações sexuais consensuais entre adultos do mesmo sexo
http://www.ilga.org/news_results.asp?LanguageID=5&FileID=1065&FileCategory=45&ZoneID=28

Stephen Barris & Patricia Curzi
ILGA

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Ambientebrasil – 30/05/2007

30 05 2007
 
 

 
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Edição N° 2310 – 30/05/2007 | Circulação Nacional Gratuita


NOTÍCIAS EXCLUSIVAS
Qual sua opinião sobre o nome do Instituto recém criado pelo Ministério do Meio Ambiente?
Maior parte dos leitores acha a greve do Ibama “totalmente correta”
Artigo: Ecio Rodrigues
Por um punhado de hectares
Articulista questiona liberação automática de três hectares anuais de desmatamento nas pequenas propriedades do Acre e da Amazônia.
Funcionários fazem protesto contra divisão do Ibama
De acordo com os servidores, que entregaram uma carta à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a mudança enfraqueceria a gestão ambiental, ao dividi-la.
UE e Ásia determinam 2009 como novo o prazo de acordo pós-Kyoto
O objetivo do tratado será a redução de gases responsáveis pelo aquecimento global.
Efeito estufa requer acordo global, dizem Merkel e Pelosi
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, dizem que deter a mudança climática é um esforço que requer acordos multilaterais.
Clima: Alemanha vai manter pressão sobre EUA
Alemães querem que reunião do G8 acabe com planos climáticos concretos.
EUA repudiam proposta européia de redução de emissões de CO2
O presidente do Conselho de Qualidade Ambiental da Casa Branca diz que os Estados Unidos não são contra o estabelecimento de metas, mas que preferem focar em setores específicos.
Suécia quer reduzir em 30% suas emissões de gases
O país pretende reduzir em 30% suas emissões de gases causadores do efeito estufa até 2020, 10% a mais que o objetivo estabelecido pela União Européia
Proposta para eliminar HCFC poderá beneficiar camada de ozônio e clima
Os hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) são gases usados como fluídos refrigerantes em geladeiras e aparelhos de ar-condicionado que prejudicam a camada de ozônio e são de efeito estufa.
Descoberta nova espécie de lagarto sem pernas na Índia
O lagarto, descoberto há 10 dias, é da região de Khandadhar, 900 km da capital, Nova Délhi.
Policiais e Ibama apreendem tubarões-lixa em shopping de Florianópolis/SC
Os três tubarões-lixa, espécie ameaçada de extinção, estavam em exposição em um shopping da cidade.
Japão ameaça abandonar Comissão Baleeira Internacional
O país propôs um termo de compromisso que foi rejeitado por países que defendem a preservação das baleias – entre eles, o Brasil.
Índia reprime venda de peles de animais em extinção
A venda se tornou ilegal há dez anos, mas muitos comerciantes até hoje oferecem esse tipo de roupa.
Espaços 100% livres de fumaça são a aposta da OMS
“Sem fumaça no interior” é o slogan escolhido pela OMS – Organização Mundial da Saúde para o Dia Mundial sem Tabaco, celebrado na próxima quinta-feira (31), com a finalidade de fomentar os “espaços 100% livres de fumaça”.
Pescadores capturam 50 t de tainha em SC
Expectativa é de que a safra de 2007 chegue a 800 toneladas. Temporada de pesca na região termina no fim de junho.
Descoberto milho de oito mil anos
Cientistas encontram no México sinais de cultivo de pelo menos 8 mil anos atrás. Mudanças no clima e na vegetação teriam estimulado a origem da agricultura nas Américas.
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De acordo com o estudo do Instituto Nacional de Coração e Pulmões, no Reino Unido, tomar o suco diariamente reduz à metade as chances de sofrer com falta de ar.
Planetas habitáveis podem ser milhões
As descobertas mais recentes elevam o total de exoplanetas (planetas que estão fora do nosso Sistema Solar) a 236.
Juntas, Votorantim e Monsanto desenvolverão cana transgênica
Após dois anos de negociações, as empresas anunciaram nesta terça-feira (29)  um acordo de troca de tecnologia, o primeiro feito com a multinacional na América Latina.
Cientistas descobrem anticorpo para a gripe aviária
Os pesquisadores dizem que os anticorpos isolados também poderão ser usados como antídoto de emergência em pessoas já infectadas com o vírus.




PARÁ – MOVIMENTO GLBT GANHA FORÇA NO ESTADO

29 05 2007
Com o apoio do Governo Estadual, movimento realiza Congresso GLBT para organizar paradas do interior e reunir associações que surgiram no Estado.
 
Duas leis que beneficiam o segmento em seis meses de governo foram sancionadas pela governadora Ana Julia Carepa, várias paradas do orgulho GLBT pipocando no interior do Estado, inúmeros municípios formando associações e a expectativa de um público de aproximadamente 300 mil na parada em Belém este ano, são os reflexos da organização do Movimento GLBT do Pará, que ainda neste semestre realiza um Congresso Estadual com representações do interior e capital, para dar contas das ações do segmento neste ano.
 
Segundo Ivon Cardoso, coordenador do Movimento GLBT do Estado do Pará, os Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais do Estado vivem um momento único. “Nós já mostramos nossa força nas ruas quando levamos quase 200 mil pessoas para a Parada GLBT de Belém, agora o restante do Estado também está se organizando e isso é importante para que nossa luta por respeito e equidade ganhe força nos segmentos sociais e políticos. Somos uma parcela considerável da população e não vamos parar por aqui, exigimos política públicas que nos beneficiem e o direito de expressar livremente nossa orientação sexual e o Congresso Estadual é o primeiro passo para nos enxergarmos enquanto um grupo coeso num Estado com tantas dificuldades de comunicação”, afirma Ivon.
 
O evento que pretende reunir mil Homossexuais de todo Estado deve ocorrer em junho e tem como principais objetivos construir uma rede de articulações da comunidade, eleger a nova diretoria e legalizar o Movimento GLBT no Estado. A partir do Congresso, o movimento espera ganhar ainda mais força para aprovar políticas públicas no Estado e leis anti-discriminatórias na Assembléia Estadual.
 
O Movimento já conta com o apoio do Governo Estadual e espera contar com a presença oficial de Ana Júlia. “Pela primeira vez temos um governo neste Estado que olhou com carinho para nossa comunidade. A governadora já sancionou duas leis que nos beneficiam e que aguardávamos há muito tempo por sua aprovação, e já se disponibilizou em ajudar no combate contra a discriminação à Homossexualidade, inclusive apoiando o Congresso e fortalecendo nossa causa”, disse Ivon cardoso.
 
 
 
Leis
As duas leis a que se referiu o coordenador do Movimento GLBT, são: a lei nº6971 que dispõe sobre a proibição de benefícios fiscais e financiamentos a empreendimentos comerciais, industriais ou de serviços que discriminem cidadãos quanto a sua orientação sexual; e a Emenda Constitucional nº20 de 17 de junho de 2003, que dá nova redação ao inciso IV do art 3º da constituição do Estado do Pará , incluindo o termo orientação sexual no texto “promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, orientação sexual, cor idade e qualquer outra forma de discriminação”, ambas de autoria da ex-deputada estadual Sandra Batista (Pç do B).
 
Seminário
O movimento GLBT marcou outro ponto com o governo local. Dias 12 e 13 de junho, no Auditório do Centro Integrado de Governo, ocorrerá um seminário que reunirá integrantes do movimento com todas as Secretarias de Governo, para discutir o Plano Estadual de Combate a Homofobia e políticas afirmativas para Comunidade GLBT do Estado.
 
Na oportunidade serão apresentados os compromissos do Governo e implementação da Política aprovada pelo Movimento Estadual, na Posse da Atual Governadora do Estado. “Serão dois dias de debate, em que o Movimento Estadual, espera construir um calendário e agenda propositiva com todas as áreas de Governo como Educação, Cultura, Orçamento e Gestão, Saúde, Segurança Pública, Políticas de Assistência, Trabalho, isso é importante para que o Governo entenda nossa necessidades e possamos cobrar depois”, explica Antonio Franco, integrante do Movimento GLBT.
 
O evento tem apoio do Governo do estado através da SEGOV e terá como carta final a construção do programa Pará sem Homofobia.
 
 
 
Movimento luta pela criminalização da Homofobia
 
A bandeira do movimento este ano é a criminalização da Homofobia (um termo criado para expressar o ódio, aversão ou a discriminação de uma pessoa contra homossexuais ou homossexualidade). um projeto de lei, de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT). O projeto, que já foi aprovado na Câmara, e tramita agora no Senado, criminaliza a homofobia.
 
O texto altera a lei que criminalizou o preconceito de raça ou cor, e acrescenta os preconceitos por sexo, gênero e orientação sexual. Pelo projeto, as várias formas de preconceito poderão ser punidas com penas que variam de reclusão de um a cinco anos.
 
O projeto de lei que criminaliza a homofobia está na comissão de Direitos Humanos do Senado, e ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça, e pelo plenário do Senado.
 
 
 
Belém se prepara para a maior Parada GLBT Norte e Centro-Oeste
Os organizadores esperam reunir 300 mil pessoas este ano.
Estima-se que 50 mil turistas estejam na cidade para o evento.
 
A cidade de Belém será sede, em agosto, da maior Parada GLBT do Norte e centro-oeste do país. No ano passado, o evento reuniu cerca de 200 mil pessoas e a expectativa dos organizadores para 2007 é de superar a marca dos 300 mil.  Já prevendo o sucesso de público, o Movimento GLBT do estado do Pará não se concentrou apenas na Parada. A programação se estenderá a outros grandes eventos destinados ao segmento, que esquentarão o mês de agosto.
 
Cerca de 50 mil turistas, do Brasil e do interior do Estado deverão estar em Belém para esta finalidade, também segundo a organização. A Semana da Diversidade, que antecede a Parada contará com feira cultural, festas, shows, palestras, entre outros atrativos, que visam acima de tudo celebrar a diversidade.
 
O Turismo GLBT já é respeitado em grandes metrópoles como São Paulo, onde o Movimento recebe mais de R$ 500 mil em apoio do poder público e empresas para organizar a Parada. Apostando neste nicho de mercado, que não pára de crescer, o Movimento GLBT do Pará, está procurando apoio também na iniciativa privada. “O poder público é nosso parceiro já há algumas paradas, agora também vamos abrir espaço para empresas que não querem perder essa oportunidade de se comunicar com um público tão grande”, afirma Ivon Cardoso.
 
 
 

Serviço:
DIA 30 DE JUNHO – MARITUBA
DIA 01º DE JULHO – SANTARÉM
DIA 20 DE JULHO – SOURE (ILHA DO MARAJÓ)
DIA 27 DE JULHO – SANTAREM
 
DIA 26 DE AGOSTO – BELÉM
DIA 16 DE SETEMBRO – BRAGANÇA
 
Contatos:
COR – 3288-4350
GHP – 3246-2281
 




28 05 2007

B A B A L U N A R O Ç A !!!!! DIA 16 DE JUNHO (Sábado)
A partir das “17:00″ hs
CHEGUE CEDO E ENTRE NO CLIMA DO ARRAIÁ
ATRAÇÕES:
- GRUPO ENTRE ELAS
- DJS CONVIDADOS: BINHO C.A e MÁRCIO
- DJ PATY LAUS (tocando de tudooo!!!)
+ PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO
(cachorro quente, churrasquinho, pinhão, quentão,
Guloseimas, crep, salgados, doces, pipoca, algodão
doce e etc…)
* PESCARIA
* CADEIA DO AMOR
* FOGUEIRA
* BRINCADEIRAS E MUITO MAIS!!!!
* CONCURSO DO MELHOR CASAL CAIPIRA
R$ 8,00 ANTECIPADO + 1 KL DE ALIMENTO
R$ 8,00 NA HORA C/ FANTASIA + 1 KL DE ALIMENTO OU
R$ 10,00 NA HORA + 1 KL DE ALIMENTO
(VALOR JÁ COM ESTACIONAMENTO E SEGURANÇA)
LOCAL: ASSOCIAÇÃO DA EPAGRI
RODOVIA ADEMAR GONZAGA, 1347
ACESSO PELA CIDASC- BAIRRO ITACORUBI
INGRESSOS LIMITADOS, GARANTA JÁ O SEU.
INFORMAÇÕES: (48) 99120116- FERNANDA
http://www.babalufestas.com.br/
fernandafpeixoto@hotmail.com





Boletim DST-AIDS

28 05 2007
 
 
28 de Maio de 2007
  DST e aids nos jornais
  A saúde em novo modelo de desenvolvimento
Eis o descompasso entre as necessidades de saúde dos países menos desenvolvidos e a base econômica e de inovação mundial…
  Pesquisa em Belo Horizonte revela que maioria de homossexuais seriam voluntários em testes de vacinas
Um pesquisa realizada pelo Projeto Horizonte, da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte mostra que maioria de homossexuais participariam de pesquisas de vacinas anti-HIV.
  Uma nova aliada
Salvo as doenças provocadas por fungos, vírus e bactérias ou por causas genéticas, acidentais e abusivas contra a saúde, as demais têm sua origem na mente humana, inclusive casos de câncer.
  Situação precária na fronteira
Problemas: a situação mais precária continua sendo na área de saúde, há incidência de Malária, Hepatite e DST/AIDS nas aldeias, principalmente nas fronteiras (Foto: AGÊNCIA BRASIL)
  Recuo da Tailândia na quebra de patente pode prejudicar Brasil
Avaliação de país asiático é que a retaliação norte-americana causaria mais perdas do que ganho com medicamento genérico…
  Ancelmo Gois
Como evitar filhos Lula lança esta semana um ousado programa de planejamento familiar, voltado para a saúde da mulher…
  Bancada mineira é contra legalização
 BRASÍLIA ? Se depender dos senadores e deputados federais que representam Minas no Congresso Nacional, o aborto não será legalizado no Brasil. Pelo menos nesta legislatura.
  Polêmico, prazer coletivo atiça casais
Eles buscam satisfação sexual, novas aventuras e o fim da rotina no relacionamento íntimo com mais pessoas
  Abia e iavi apresentam quadro sobre vacinas e métodos de prevenção em treinamento em São Paulo
O último dia do “Treinamento Nacional de Vacinas Anti-HIV” teve como destaque na manhã deste sábado (26) as apresentações do presidente da Abia, Veriano Terto, e do representante da Iavi, Alexandre Me…
  Editais para pesquisa em HIV (Responsabilidade Social)
Estão abertas as inscrições para instituições de ensino e pesquisa governamentais ou não-governamentais que têm interesse de realizar pesquisas epidemiológicas, clínicas…
  Farmacêuticas pediram que o Brasil ficasse na lista da pirataria dos EUA
O relacionamento entre a Merck e o governo brasileiro vem se deteriorando há tempos. No início do ano, o laboratóri…
  Secretaria oferece terapias alternativas, como shiatsu
O programa Sempre Mulher da Secretaria de Saúde de Catanduva, direcionado à prevenção e tratamento do câncer de mama, vai incorporar novas terapias para complementar a rotina de atendimentos.
  Ação contra pombos
Prefeito envia ao Jurídico documentos sobre contaminação de fezes de aves da Praça das Bandeiras para início de ação
  Lazer, esporte e saúde mobilizam jovens e adultos
A TV Verdes Mares, em parceria com o Sesi, realizou ação em prol da qualidade de vida, o Esporte Cidadania…
  Aborto e eutanasia são crimes
Duas discussões sobre a vida entraram em pauta no País. Em ambas, há a indispensável controvérsia e a necessidade de um amplo debate na sociedade…
  Expansão programada (Nomes marcas & Negócios)
O mercado publicitário oscila com muita freqüência. Agências aumentam suas estruturas com a mesma facilidade com que as reduzem.
  Garantir bom atendimento na saúde tem sido desafio
Garantir um setor de saúde que atenda a contento aos moradores do município é uma das metas constantes da prefeitura de Canguaretama.
  SMS leva exposição itinerante de Humor em DST/Aids para a UNIT
Para não receber mais este informativo acesse http://www.aids.gov.br




OS HOMOSSEXUAIS E SUAS RESPOSTAS MOBILIZADORAS

26 05 2007
Boletim Eletrônico da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais – ABONG
22 a 28 de maio de 2007 –  Nº 387

OS HOMOSSEXUAIS E SUAS RESPOSTAS MOBILIZADORAS

Aconteceu em São Paulo, nos dias 18 e 19 de maio, um encontro promovido por duas filiadas da Abong: o Grupo Pela Vidda/SP e a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), ONGs históricas, precursoras do movimento de luta contra a Aids no Brasil. O seminário “Homossexuais e Aids no Brasil: esquecer ou enfrentar?” foi chamado diante da gravidade da epidemia entre os gays, que está sendo negligenciada no Brasil nos últimos anos; das poucas ações em curso;  da alta incidência do HIV/Aids; e da grande vulnerabilidade desta população.

Mas como redefinir uma política pública de prevenção e controle do HIV/Aids junto aos homossexuais, sem permitir o retorno da discriminação contra este grupo?
O desafio reuniu pessoas e organizações não-governamentais de vários Estados do País, com diversas trajetórias, experiências e campos de atuação. Chama a atenção que o encontro foi além de atingir o propósito de discussão de um problema de saúde pública, foi além de propor novas medidas para conter o recrudescimento da Aids entre os homossexuais. Tratou-se de um momento de diálogo franco e de uma nova aliança estratégica entre dois movimentos sociais, que têm se destacado nos últimos tempos no Brasil: as ONGs de combate à Aids e as ONGs do movimento GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros).

Ao lado de gestores/as públicos/as das três esferas de governo, a retomada de uma pauta conjunta deu clara demonstração de como potencializar respostas comunitárias que guardam afinidades entre si, de como unir esforços e histórias comuns de engajamento.
Partiu-se da autocrítica de que os homossexuais ocuparam até agora um espaço ambíguo no cenário da Aids no Brasil: contribuíram para a formação de um movimento comunitário forte, mas não conseguiram impor como terreno permanente de intervenção da sociedade civil e como agenda governamental prioritária a sua própria vulnerabilidade diante da infecção pelo HIV.

Todos/as falam das peculiaridades, do exemplo e da força do movimento de Aids no Brasil, assim como dos méritos da resposta governamental, atribuída, em grande parte, à mobilização da sociedade civil.  Mas quase nunca há o reconhecimento público aos homossexuais, que desde o surgimento da Aids, na década de 1980, foram os primeiros a combater o terror com que a doença era tratada (chamada até de “câncer gay”) pela mídia e pelo meio médico.

Foi mesmo devastador o impacto da epidemia junto à comunidade homossexual, pois além do grande número de infectados e de mortos, via-se reforçado o preconceito em relação à orientação sexual e a supostos comportamentos “desviantes”.

Os primeiros ativistas eram homossexuais diretamente afetados, movidos pelo medo de morrer, pela imposição da morte civil e pela dor da perda de amigos, e companheiros.  Logo fizeram da defesa dos direitos e da dignidade das pessoas vivendo com HIV e Aids a causa mobilizadora das suas ações.

Isso permitiu a rápida ampliação da base social do movimento, despertou o interesse de outras pessoas interessadas na luta contra a Aids, que passou a atingir todos e todas, sem distinção;  favoreceu a abertura das associações para grupos e outros movimentos (usuários/as de drogas, profissionais do sexo, mães e crianças HIV-positivas, negros/as, mulheres, etc.).

Boa parte das ONGs/Aids no Brasil foram criadas e são até hoje lideradas por homossexuais. Credita-se aos gays o conceito e a prática do sexo mais seguro, dentre outras relevantes contribuições.

Ao longo do tempo, as ONGs contribuíram na conscientização da comunidade homossexual para a mudança de comportamento conducente à prevenção. A este trabalho é atribuída a suposta diminuição da incidência da infecção pelo HIV nesta população, ainda que já existam evidências de um “rebote” da epidemia, sobretudo junto às novas gerações de homossexuais.

Em outra frente, destaca-se a história recente do movimento GLBT, que investiu na formação de novos grupos, na capacitação de ativistas, na luta contra a homofobia, nas ações de visibilidade pela inclusão e na defesa dos direitos humanos.

É inquestionável a relevância, por exemplo, das Paradas do Orgulho GLBT e da aprovação de leis contra o preconceito por orientação sexual, além da implantação de serviços para denúncias sobre atitudes de violência e discriminação. A criação do programa interministerial “Brasil sem Homofobia”, que ainda não se materializou totalmente em ações práticas, é outra resposta ao movimento organizado empenhado na promoção da “cidadania homossexual.”

Neste recente encontro realizado em São Paulo, ficou assim combinado: os movimentos homossexual e de luta contra a Aids, assim como as esferas governamentais, envidarão esforços conjuntos para construir uma nova agenda pública de enfrentamento de um problema identificado pela sociedade civil. Se der certo, mais uma vez os homossexuais estarão à frente de uma bela história de mobilização e de democracia social no país.  (M.S.).
 

Os resultados do encontro podem ser conferidos nos sites do Grupo Pela Vidda – www.aids.org.br, da Abia – www.abiaids.org.br e da Abong – www.abong.org.br – box Artigos e debates.
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Mude sua energia …

25 05 2007
Recebi de minha amiga Neidi Rodrigues, que adora receber carinhos através de e-mail.
É uma jovem senhora, que cuida de sua mãe (muito idosa e acamada) e ela  tem uma criatividade fantástica e, ambas têm uma vontade, uma energia pela vida que só mesmo compartilhando com você. Ahhh, você que mandar um abraço para ela? Aqui vai o e-mail: rodrigues.neidi@gmail.com

 
Warken
 
MUDE SUA ENERGIA


1. Pense sempre de forma positiva.

   Toda vez que um pensamento negativo vier à sua mente, troque-o por outro. Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso da noite para o dia. Assim como um atleta, treine muito.


2. Não tenha medo de nada e nem de ninguém.

   O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo.


3. Não se queixe.

   Quando você reclama, tal qual um imã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos.


4. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário.

   Não existe culpa, existe responsabilidade. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-os.


5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano.

   Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize-se com gente positiva e alto astral.


6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas.

   Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e quando tiver vontade de explodir conte até dez.


7. Viva o presente.

   O ansioso vive no futuro. O rancoroso, no passado. Aproveite o aqui e o agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer ser vivido. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.


Estratégias Físicas

(o que você deve fazer de fora para dentro)


1. A água purifica.

   Sempre que puder vá à praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental e toda a carga negativa estão indo por água abaixo.


2. Ande descalço quando puder, na terra de preferência.

   Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Ou escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal grosso para se “descarregar”.


3. Mantenha contato com a natureza, tenha em sua casa um vaso de plantas, pelo menos.

   Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como um relaxante natural.


4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar.

   Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de fazer nos sentirmos vivos, aflora a nossa emoção e abre o nosso canal com a alegria.


5. Queime um incenso de vez em quando e purifique o seu ambiente.

   Prefira fazê-lo na sua casa e aproveite para meditar, respirar profunda e pausadamente, como se fosse uma ginástica mental. A mente também precisa de exercícios.


6. Sinta o aroma das flores e dos perfumes sempre que tiver uma oportunidade.

   Muitas sensações de conforto se originam num simples ato de inspirarmos delicadamente fragrâncias sutis e agradáveis.


7. Liberte-se!

   Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Tem efeito revigorante para qualquer ser humano. Conheça novos lugares e novas pessoas periodicamente. Viva a vida!

 





Projeto que pune preconceito contra homossexuais motiva debate acalorado

25 05 2007

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/agenciagls/vien.asp?NewsID=6775

Projeto que pune preconceito contra homossexuais motiva debate acalorado

Rosas brancas colocadas sobre a bancada dos senadores na Comissão de
Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) – levadas por militantes
da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e
Transexuais (ABGLT) – inspiraram o tom pacífico, mas acalorado, da audiência
pública para instruir a votação de projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que
torna crime a discriminação contra homossexuais. Convidados e parlamentares
se dividiram entre opiniões favoráveis e contrárias à proposta, mas se
uniram em torno da rejeição a qualquer tipo de preconceito baseado na opção
sexual das pessoas.

Embora a procuradora da República Lívia Nascimento aponte a adequação do
projeto às normas da Constituição Federal, criticou o rigor das penas
propostas, que podem chegar a até cinco anos de reclusão. Crítica idêntica
foi feita pelo advogado Paulo Melo da Costa, que, ao contrário de Lívia,
entretanto, considerou o projeto inconstitucional por conferir mais direitos
aos homossexuais que ao restante da população.

Em contrapartida, o representante da Secretaria de Direitos Humanos da
Presidência da República, Ivair Augusto dos Santos defendeu sua aprovação,
observando que os homossexuais convivem rotineiramente com a discriminação e
a violência. Em um depoimento pessoal, a cineasta Tizuka Yamasaki, que tem
um filho homossexual, ponderou que a proximidade afetiva tem o poder de
cortar a barreira da discriminação.

Após enfatizarem sua posição contrária a atos discriminatórios contra
homossexuais, representantes de católicos e evangélicos defenderam a
rejeição do projeto. Além de inconstitucional, o projeto atentaria contra a
liberdade de opinião, segundo o assessor da Conferência Nacional dos Bispos
do Brasil (CNBB) Paulo Leão. O mesmo ponto de vista foi compartilhado pelo
reverendo Guilhermino Cunha, para quem a livre de manifestação de afeto
pelos homossexuais em locais públicos, como garante o projeto, fere a
Constituição e o Código Penal.

O professor universitário Jean Willys de Matos Santos (ex-Big Brother),
defendeu a aprovação do projeto e disse ser necessária, sim, uma lei que
puna severamente o homofóbico. Segundo o mestre em Direito Penal Evandro
Piza, autor de parecer pela AGBLT sobre o projeto, a liberdade de expressão
está preservada na proposta.

Senadores

Favorável à proposta, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) sustentou que as
desigualdades não serão superadas se as diferenças não forem encaradas com
fraternidade e respeito. Para a senadora Patrícia Saboya (PSB-CE), quem
discrimina homossexuais deve ser punido com rigor. Também se declararam a
favor da matéria os senadores Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) e Serys
Slhessarenko (PT-MT), para quem é preciso obrigar as pessoas a se
manifestarem sobre o homossexualismo com responsabilidade.

Contrário à aprovação do projeto na forma atual, o senador Marcelo Crivella
(PRB-RJ) defendeu a revisão de alguns pontos a partir de negociação entre as
partes. Na opinião do senador Wilson Matos (PSDB-PR), o projeto cria
privilégios e promove uma desproporção nas penas. O senador Magno Malta
(PR-ES) também avalia a proposta como draconiana e vê vícios de
constitucionalidade na mesma.

Relatora da matéria na CDH, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) destacou as
contribuições dos expositores para a elaboração de seu parecer e observou
que o respeito às diferenças é a melhor forma de amar o outro. O presidente
da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), considerou possível construir um grande
entendimento em torno do projeto. Já o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) quer
ouvir sobre o assunto o vice-procurador geral do trabalho Otávio Brito
Lopes, que fiscaliza atos que atentem contra a dignidade do trabalhador.
Comissão de Direitos Humanos debate projeto que torna crime discriminação
contra homossexuais
O debate foi marcado por opiniões divergentes, aplausos, vaias e protestos.
(Larissa Bortoni – 02'29")

Com Agências
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